terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Haste (Escoliose cont.)















Há 24 anos, minha mãe aparece em casa com uma calça jeans para que eu experimentasse. Tudo rotineiro. Ela trabalhava na Fiorucci, e eu fazia as vezes de modelo de prova para a “Fioruccino” (marca infantil da Fiorucci). Dava para eu perceber o rosto de espanto dela. Pediu para que eu tirasse a calça e só dizia que estava tudo torto. Media de um lado para outro, cada cantinho da dita cuja. Imagino o que se passava em sua cabeça. Ela gerente de produção, com algumas milhares de peças estragadas. Mediu tudo e nada. A calça estava perfeita. Na mesma semana eu quebrei um dedo, jogando handball no time da minha escola (Gávea). Meu avô foi me buscar e fomos a um pronto-socorro. Ela já mais tranqüila no telefone, pede para aproveitarmos o estar lá e fazer uma radiografia da minha coluna.

O médico não disse quase nada, apenas que queria conversar pessoalmente com minha mãe. Eu queria ir embora. Já não poderia mais participar do campeonato. Estava com dedo doendo. O que mais poderia acontecer?
O universo é muito limitado para uma mocinha de 11 anos. Meu avô, um bom espanhol bravo, mandou que eu esperasse com paciência minha mãe chegar. Para meu alivio, logo chega. Entramos na sala do medico que continuo a não dizer nada, só para que procurássemos o Dr. Elcio Landim.
Saímos de lá diretamente para seu consultório. Mais algumas horas intermináveis de espera. Médicos gostam desse modelo de nos deixar esperando…
Dr. Landim aparece, muito simpático, elegante e com os olhos azuis, iguais os de minha avó. Seu falar era manso, pausado e seguro. Pediu para ver a radiografia. Olhava para cada pedacinho de minha coluna. Percebemos o quanto eu estava torta, minha coluna quero dizer… Ele começa a me examinar. Faz uma série de perguntas. O diagnostico chega. Muito simples e objetivo. Precisava operar a coluna.
O que eu tinha mais se parecia um palavrão. Escoliose lombar progressiva com torção (tinha 38 graus de torção na parte inferior e 48 graus na parte superior – acho que os números eram esses).

Tinha 2 opções:

1. Operar o mais rápido. A operação era complicada.
Colocariam uma haste de platina com alguns parafusos. A função da haste seria fixar a coluna para que a escoliose não continuasse a crescer, e assim tentar reverter o máximo possível de toda torção.
Retirariam parte do osso do meu quadril direito. Esse osso seria triturado, servindo como um enxerto para a calcificação da haste na coluna.

Riscos: Ficar paralítica. Não encostar os calcanhares no chão. Perder os movimentos do pescoço.
Fora perder os movimentos da coluna, esse já era certo.

Pós operatório: Maravilhoso… Um ano engessada dos ombros até o quadril.
Quase dois anos para o osso do quadril se refazer e poder andar normalmente.

2. Usar um colete daqueles que esticam o pescoço e prendem o corpo, por volta de uns 6 anos. O colete tentaria impedir o crescimento da escoliose, mas mesmo assim teria que operar depois.

Precisávamos pensar. Saímos de lá.
Eu tinha a sensação que faltava chão para pisar.
Minhas preocupações poucos momentos antes de entrar naquele consultório eram as mais comuns para uma adolescente. E de repente precisaria decidir o que aconteceria com meu corpo e minha vida.
Imagino o que estava sendo para minha mãe também.
Ela só disse para eu pensar e decidir. Teria total apoio em qualquer uma das decisões.

Começamos a ir em vários médicos. Todos unanimimente falavam que o Dr. Landim era o melhor.

Mesmo porque desde o primeiro dia eu dizia, que se fosse operar seria somente com ele.

A cirurgia não era comum, e não encontrávamos ninguém que pudesse relatar uma experiência ou algo parecido. Não sabíamos de onde tinha vindo aquilo ou porque.

Devem ter se passado pouco mais de 1 mês... Decidi que iria operar.

Voltamos ao Dr. Landim. Ele disse termos tomado a melhor decisão.
A recuperação de uma criança e muito mais rápida do que de um adulto. Explicou detalhadamente todos os passos da operação.
Demoraria 16 horas. E precisava me lembrar de que quando ele falasse “Paloma”, no meio da cirurgia eu precisaria mexer meus pés.
Engraçado que tinha medo de não me lembrar. Mas sem ter qualquer noção de que os meus pés seriam o sinal para saber se a medula teria sido afetada ou não.

Começam os exames pré-operatórios. Minha irmã me levou para faze-los.
Pedem para que eu entrasse na sala. Queria ela junto. Não deixaram. Eu tinha pânico de agulha e não sabia. Fiz um escândalo, até que deixaram minha irmã entrar. Foi só aqui que percebi o que estava acontecendo de fato.
Exames feitos. Tempo de coagulação perfeito e com toda saúde que cabe a uma criança.

Operação marcada. Dr. Landim queria que fosse na Santa Casa – SP, em um setor só de ortopedia, para que não corresse nenhum risco de infecção.

O dia D.

Chegamos na noite anterior. Exames de sangue.
Acordo com minha mãe me olhando com cara de despedida. Claro que estava morrendo de medo, ela e eu.
Pedi ao Tio Luis Gino (meu padastro e médico que morava no RJ) para que ele entrasse comigo e ficasse na operação.
Fui indo, já em uma maca para o centro cirúrgico sem ele. Aflita por seu atraso. Só pedia para que esperassem um pouquinho. Tinha certeza que ele chegaria.
Colocaram minha maca num canto do corredor, antes da entrada da sala.
Lembro de sentir muito frio. Olho para chão e vejo aquele par de All Star branco. Foi a melhor coisa que vi naquele dia.
Tio Luis Gino pedindo desculpas pelo atraso, vestindo aquelas roupas azuis de centro cirúrgico. Me deu beijo na testa, apertou forte minha mão, nenhuma palavra era necessária. Entramos juntos. Dr. Landim retoma o que precisava estar impresso na minha memória. “Quando eu disser Paloma, mexa seus pés. Dali só a lembrança de luzes indo embora, e a segurança da mão do Tio Gino.

Acordo algum tempo depois, dando um soco no meu irmão. Pareciam dias depois da cirurgia. Ainda estava grogue, e não tinha controle de força ou movimentos. Queria só fazer um carinho no rosto dele. E como este só lembro de "flashs" de pessoas. Não sei quanto tempo durou isso. Foi de uma hora para outra que senti realmente estar acordada.

Tinha alguma coisa na coluna que doía muito. Só mais tarde descobri ser um dreno. Uma parte dele dentro de mim e outra uma espécie de recipiente plástico, que chamávamos de “to-tó”. Não podia me mexer, nem ao menos colocar um travesseiro sob a cabeça. Estava deitada sobre um coxo de gesso. Era tudo esquisito. Mas continuava eu. Do mesmo jeito, pensando e sentindo igual.

No hospital todos me tratavam com muito carinho. Aqui não falo de minha mãe que dormia ali todos os dias. Da Vó Maria que em quanto bordava, passava o dia inteiro me olhando. Dos meus irmãos, meus tios e amigos. Mas de um monte de gente que mandava recados, presente e flores. De vizinhos de quarto querendo saber como eu estava… Assim aos poucos parecia que eu ia entendo a gravidade.

Algumas semanas depois, soube que poderia tirar o dreno. Fiquei feliz, porque aquilo incomodava pacaz.

Minha irmã chegou bem na hora de tirar o dreno. Lá já estavam minha Mãe e a Vó Maria. Alguns enfermeiros me viraram de lado na cama, e cuidadosamente afastaram o coxo. A Tuca (minha irmã) se aproximou, e começaram a puxar o dreno. Parecia que estavam arrancando minha medula com uma faca a sangue frio, deve ter sido isso que meu rosto estampou. De repente todos me largam na cama. A Tuca estava desmaiada no chão. Lembro de um enfermeiro colocando éter perto de seu nariz, para que acordasse. Achei que tinha acabado.
Não, estava só começando. Não dei um pio. Nem sei como. Tiraram o dreno inteiro.
As dores para a retirada do dreno eram duas. A primeira por ser na parte interna da coluna e por isso parecia estarem tirando minha medula. A segunda porque a pele já estava cicatrizada e sentia estarem me rasgando.
Foi um alívio estar livre do to-tó.

Dependendo de como tudo corresse eu poderia colocar o gesso em poucas semanas. Acho que a essa altura, mais umas 2 apenas.
Queria tanto poder me mexer, levantar ou ao mesmo ir ao banheiro. Sonhava com um travesseiro.
Fiquei ali pacientemente sem reclamar de nada. Ainda não conhecia a capacidade que temos ao enfrentar situações difíceis.

O gesso agora representava liberdade.

Chegou o dia. Pela primeira vez em semanas eu poderia sair do quarto e me levantar. E mais não precisaria fazer curativos nas cicatrizes.
Chega um enfermeiro no quarto e lá fomos nós, eu, mamãe e ele.
Os corredores do pátio aberto da Santa Casa são intermináveis…
Chegamos a uma espécie de porão. Quando percebo uma cama enorme, feita só em suas extremidades, era oca. Essa cama mais se parecia com aquelas camas de tortura. Teria que deitar apenas sobre uma fita e minhas mãos e pés estariam amarrados. A sensação era de medo. Como eu iria parar ou mesmo chegar ali? Aparece um médico, um oriental lindo, enorme (pelo menos em minha lembrança). Colocou suas mãos em volta de mim, sem que mexesse um pedacinho da coluna e me carregou até a cama como se eu fosse uma pluma. Isso porque minha altura na época ja era 1,74cm.
Foi aflitivo estar acordada e deitada naquela fita. Parecia que se eu respirasse errado dali cairia.
Depois de um bom tempo, o gesso estava pronto. Só ele pesava 15 quilos. Ainda não podia andar, precisa esperar o gesso secar, mais 2 ou 3 dias.

Dr. Landim passava todos os dias para me ver.

Chega um dia, todo simpático. Eu poderia levantar.
Colocou um banco perto da cama, parecia um degrau alto.
Foi me levantando aos pouquinhos, até que eu estivesse sentada na cama. Minha mãe observava ali do lado, pedindo para eu fazer tudo bem devagar.
Ele estendeu a mão para me apoiar. Fiquei em pé. E sai correndo para o banheiro. Todos pediam para eu parar.
Mesmo mancando eu podia andar!
Minha mãe parecia que ia cair dura de tanta emoção.

Mais uma etapa vencida.

Ainda não podia sair do hospital.
Tinha perdido muito sangue na cirurgia. Precisaria de uma transfusão de sangue. Tive que ficar no hospital mais 1 semana. Meu sangue era difícil de encontrar (AB-).
Concentrado de papa de hemácias. A essa altura eu aceitava qualquer coisa para poder ir para casa. Foi uma noite inteira de transfusão. Com o Pichú e tia Liana em cima de uma escada, apertando aquelas bolsinhas de sangue que teimavam em não querer sair dali. Já não tinha mais veias. A transfusão terminou em meus pés.

Pude ir para casa.

Em casa tudo foi bem mais tranqüilo. Claro que com uma série de adaptações. Precisei aprender a me movimentar com aquele gesso. Fiquei mais um bom tempo em repouso, até poder voltar para a escola. Meu irmão que estudava de tarde, levantava todos os dias muito cedo para ajudar a me vestir. O gesso era um monstro. Voltar para escola era complicado. Muitas piadas e vergonhas.
Aqui não tinha jeito o pior já tinha passado.

De festinhas, namoricos, roupas, brincar, ter uma vida normal de adolescente eu não sabia mais nada. Meus sonhos nessa época eram, tirar gesso, poder ver meu peito, que ali dentro daquele gesso tentava crescer, tomar banho de corpo inteiro, entrar em uma piscina, ir à praia, parar de mancar, não sentir mais coceiras no corpo. O pior de tudo era o olhar de pena das pessoas, achava aquilo muito ruim.

Passados pouco mais de 1 ano... Felizmente chega o dia de tirar definitivamente o gesso.
Como eu sonhava com aquilo.
O barulho do gesso quebrando fazia eu me sentir uma borboleta. Levantar sem ele foi um susto, 8 quilos a menos assim de repente, o ultimo colete de gesso era bem mais leve, do que os outros. (Durante esse período troquei o gesso algumas vezes. Nunca pude levantar sem ele).

Finalmente eu poderia fazer tudo que estava esperando. Até passar a mão na minha barriga e me olhar no espelho. Tinha virado um monstro (assim mesmo), nasceu um mundo de pelos em toda pele que estava debaixo do gesso. E uma camada de gordura que lembra aquela com que os bebes nascem. Demorou mais de um mês para que tudo voltasse ao normal.

A operação fui um sucesso. Continuei com um pequeno desvio.
Olhando o corpo, o movimento, ninguém pode imaginar que eu tenha passado por isso. Criei outras flexibilidades. As cicatrizes graças a minha mãe e Mr. JJ Jackson são quase invisíveis.
A minha linda postura só posso agradecer ao Dr. Landim.
Das seqüelas possíveis não tive nenhuma.
Do momento engessada, que na época achava estar perdendo parte da vida. De certa forma realmente estava, foi compensado.

Os carinhos foram muitos. Os ensinamentos do Távio (adorei ter conhecido o I CHING) e da Tê.

Em seguida fomos morar no Rio de Janeiro. Sentia-me em um aquário do qual não fazia parte. Da paulista engessada, queria virar uma gatinha de Ipanema. Assim como eram todas as meninas que passei a conhecer. Tarefa impossível. Nunca coube dentro de mim.
Tinha que ir à praia de maiô, porque a pele ainda era muito sensível.
Tinha vergonha das cicatrizes. E ainda não conhecia os limites físicos de meu corpo. Perdi o ano seguinte na escola.
Mas comecei a fazer aulas de pintura. O passa tempo que era pintar, desenhar em todo período desde da cirurgia até tirar o gesso, tornou-se sério. Eu adorava. Foi a única coisa que se permaneceu deste período.

Daí vieram outras coisas… A emoção, o sentimento, a auto-estima também foram engessadas. Assim como quase tudo que não gostei de ter vivido.

Durante toda a adolescência até ser adulta, tratava essa coluna como se nada tivesse acontecido. Mal tratei meu corpo. Baguncei minha vida. Comecei a trabalhar com 15 anos. Meus amigos eram adultos, ou mais velhos do que eu. Era uma menina em corpo de mulher, talvez até com algumas demonstrações de maturidade. Mas claro, os sentimentos e a forma de me relacionar com eles era só de menina crescida.

Casei muito novinha, tinha 21 anos. Descobri que estava grávida 3 dias depois do casamento. Foi uma felicidade, eu queria ser mãe. Não sabia como seria a gravidez. Muito menos o parto. Estávamos morando no EUA. Minha gravidez foi maravilhosa. Cuidei de cada minuto dela. Nunca senti nada na coluna. Vivi ali somente para aquele momento. Queria sim fazer tudo perfeito. Tinha muito medo do parto. Medo natural que imagino toda mulher sentir.

Nos EUA cesariana é uma pratica usada só em casos de emergência.
Caso eu precisasse fazer uma, sabia que só poderia tomar anestesia geral. Ainda mais em um pais onde nenhum médico quer correr riscos.
Anestesista algum queria fazer uma peridural (anestesia dada na coluna) com aquela haste e parafusos.
Anestesia geral, eu não queria. A possibilidade de colocar meu filho em risco, para me poupar de qualquer dor, era inexistente. Trabalhei a gravidez inteira para ter um parto normal.

Chega o parto. O Pepê (filhote) era enorme, pesava 5 kg e media 56 cm.
Foram 38 horas de trabalho de parto. Eu não tinha dilatação. Precisaram induzir o parto, estourando a bolsa. O remédio mais forte que me deram era um antialérgico.
Só lembrava de minha avó dizendo que a dor todas as mulheres agüentam. Eu estava estudando Leboyer. Queria que o Pepê chegasse ao mundo da forma mais saudável. Fiz do prazer de recebê-lo algo muito maior do que qualquer dor. Mesmo sem nenhuma anestesia. Não dei um grito. Não fiz escândalo. Nada. Só queria vê-lo. Ele nasceu.
Os procedimentos normais foram tomados e em poucos instantes eu já andava até o quarto. No dia seguinte estávamos em casa.

Anos se passaram. Assisti ao filme de Frida Kahlo. Foi muito forte para mim. Todas as lembranças ali impressas... De gesso, vontade de ser mãe e etc...

Fui fazer análise. Daquelas boas de 4 vezes por semana.
Foi uma das melhores coisas que fiz por eu mesma. O Robin me aturou. Descobri que ter tido o Pepê, significou a possibilidade de entendimento, que de meu corpo é possível sair algo bom.

Hoje minha haste está quebrada. Faz 25 anos que foi colocada. Era de se esperar. Existiu a possibilidade de tirá-la. Ela não tem função alguma no meu corpo.
Mas, decidi que ficará aí. E da mesma forma que aprendi a conviver com ela inteira, conviverei com ela quebrada.

A medicina avança rapidamente. Minha haste é considerada “dinossaurica”.
Em uma cirurgia de escoliose nem mesmo colete de gesso é mais necessário. Tudo hoje parece ser mais brando e seguro.

Escrevo esse relato para dividir, o que um dia senti falta de ouvir. E também para tentar alertar pais e médicos para a importância de um acompanhamento psicológico.

Hoje com 36 anos, sei da vontade de ter restabelecida minha auto-estima. Da urgência de “desengessar” sentimentos e medos.
Acabei vestindo durante minha vida, uma máscara do que gostaria ser. Sem dar nenhuma importância, para quem eu sou. Estou tentando. Quando descobrir conto para vocês.

110 comentários:

Anônimo disse...

Eita linda guerreira !

bjs
abs

Jéssika disse...

Olá Paloma
adorei ler a sua história
me senti do mesmo jeito que você no início. Eu descobri o meu problema aos 11 anos; fiz natação, fisioterapia, usei 2 coletes, fui em 3 médicos. O terceiro falou que os coletes n estavam adiantando e eu já estava cansada daquela vida. Apelidos de todos os lados, e eu estava começando a gostar de um menino. Parei de fazer tudo. Joguei o colete de lado, e só aos 19 anos voltei a pensar nisso..Agora tenho uns 60° de curvatura, e está no limite. Mas o médico que eu fui, faz muitas cirurgias iguais, e eu n ão estou muito preocupada. Ele falou que eu terei que ficar no máximo 4 dias de repouso no hospital.
Bom, obrigada pelo seu relato, estou feliz em saber que teve um filho.
Felicidades!

carolina disse...

Como é bom encontrar pessoas como você!!

Tenho 29 anos e passei por 2 cirurgias de escoliose com 15 anos.

Hoje como "resuloção interna de cura" procuro pessoas que eu possa ajudar com o conhecimento de uma paciente que deu certo.

Na minha época não tinha internet, e na verdade até hoje nunca encontrado alguem que tivesse passado pelo mesmo procedimento que eu.

Me coloco a disposição para falar e escutar.

O seu relato me incentivou a colocar em pratica minhas ideias.

Muito Obrigada!

daniele disse...

ola paloma, jessica, carolina entre outras... me chamo daniele moro no rio de janeiro e tnho uma filha q tem problemas de escoliose. Hoje ela tem 13 anos e usa colete des dos 12 anos, vejo e percebo q nao esta adiantando muito e a cada tempo q passa a coluna esta mais torta, ela nao sabe a gravidade do problema, o que pode acontecer futuramente, nao dá muito importancia pra o problema, deve ser devido a adolescencia, porem ela nao pode colocar um biquini, camiseta, vestido, blusinha q é visivel a escoliose, atualmente ela usa só camisa baby loock(manga) q nao se percebe muito o problema, em fim, estou aqui pra pedir ajuda a vcs q possam me indicar um hospital publico q possa avaliar o caso, pois acredito q se não cuidar agora provavelmente tera q fazer uma cirurgia. me ajudem por favor. email: dedanny@ig.com.br. obrigada

Anônimo disse...

Bom dia Paloma, eu descobri que tinha escoliose com 11 anos tambem.. fiquei muito magoada, triste, decepcionada comigo.. não sabia pq tinha que acontecer comigo.
deixei de lado, hoje estou com 21 anos, já fiz RPG, Academia, massagem, tenho 38º, morro de vergonha, morro de medo de cirurgia, tanto que quando fiquei sabendo eu tinha 36º, e com o passar dos anos nao piorou muito, graças a Deus. mas foi muito bom ler sua historia, assim a gente fica mais aliviada com a situção, que não é só comigo.
Mas acho necessario o acompanhamento de um pisicologo, principalmente pela parte em que a gente fica baixo astral.
Na verdade minha curva não é muito visivel.. mas eu vejo no espelho e me encomodo muito, o médico disse que só faz cirurgia a partir de 42º
mas as vezes penso em fazer, pra ver se melhora. mas tenho mto medo e sou muito sencivel.. eu passo mal de quase desmaiar so em pensar.
mas isso um dia vai passar..
Mto bom ler sua historia.

Anônimo disse...

Oi!! Paloma
Me interessei muito pela sua história, aos 14 anos eu descobri que tinha uma escolise, mas nem sabia direito o que era, dai procurei um medico, na cidade de Passo Fundo RS, e esse recomendou-me que que eu fosse usar um colete. Quando chegou o dia em que eu coloquei o colete pela 1ª vez, eu nao conseguia acreditar, aquilo foi horrivel, começava nos quadris e ia ate o meu pescoco, e eu usei mais ou menos durante uns 6 meses, depois eu nao conseguia mais, me dava uma angustia tao grande e uma profunda tristeza, ate que um dia eu resolvi abandonar tudo e so fazer fisioterapia, mas tambem de nada adiantou. Hoje estou com 21 anos, e estou tentando me informar melhor sobre a escoliose, ate voltei a procurar um medico, a consulta esta marcada para o dia 10,quero saber se o grau aumentou, quais sao os tipos de cirurgias e se existe um novo colete.
Gostaria que nos tivessemos contanto, se voce tiver algumas noticias me mande e-mail sinaralauser@yahoo.com.br.
um grande abraço..

Anônimo disse...

ola tenho 14 anos e seu bem oq é issu...
uso o colete desde os 13 começei com 16° graus,logo foi pros 20 e depois aos 26° graus hoje faço rpg e meu medico é exelente ele disse q a chance de a minha escoliose piora é muito pouco pois o ricem da minha bacia já feixou e ja sou uma adolesente e que já parecei de cresce...
espero que isso seja realmennte verdade...
estou anciosa e entrego nas mãos de Deus..
Um grnde abraço e quero dize q vc é mto corajosa...

thais disse...

meu nome e thais!! tenhu 14 naos e descobrir, minha escoliose recente!
começou com 19ª, foi pra 20ª e agora 25ª! uso o colete de bostom! e um colete simples! pega abaixo do peito ate os quadris!! + nao tenho coragem de enfrentar meu problema!
nao uso o colete para ir a escola!tenhu muita vergonha dele! sou tratada no sahha! em brasilia tenhu esperança que de tudu certo!
e adorei sua historia!pois assim de auguma forma me sinto + aliviada!!bjjjj

carolina disse...

Coragem meninas!!

Vergonha tem que ter quem não enfrentar o problema...
Você está num ótimo centro de tratamento! e tudo dará certo!

Bjs

Anônimo disse...

Olá temnho 14 anos e tenho escoliose , comesei a usa um colete com 11 anos.
Na 5 serie meu professor de geografia logo , no 1 dia de aula me chamou de coletinho, persebi que alguns alunos começarão a rir e eu fique com muita vergonha até aquele dia eu eu estava numa boa com o colete incomodava lógico mas eu fazia o posivel pra usa e me recuperar a mais rappido possível.
quando passo na rua muitas pessoas olham com pena algumas até perguntam "O QUE FOI ISSO" e encostam mechem e eu não gosto disso incomoda .
Hoje não tenho paciÊncia de usa mas não quero abandonar o tratamento tenho medo de ficar totalmente torta e aos 17 anos fica, em uma cadeira de rodas.
Muitas pessoas me apoiam como minha mãe meu pai que já pagou a raforma 2 vezes do colete meus avos e tios todos querem o meu bem mas eu não sei se vou conseguir, na escola a prof de ciÊncias leva todos os alunos pro laboratório no andar de cima da escol e eu fico lá em baixo sozinha sem ninguem só por não poder subir e descer escada . acho que vc paloma foi muito corajosa e espero ter essa sua coragem pra continuar.

bjbjbjbj

Merielle disse...

oi

Mônica Maria disse...

Oi Paloma...
Eu me chamo Mônica, tenho 18 anos e descobri que tenho escoliose aos 14 anos, fiquei muito assustada, quase entrei em depressão, os meus pais ficaram muito preocupados, e logo quando o médico disse que o desvio era muito grande caí em lágrimas junto com a minha avó que só fazia chorar também!
Usei um aparelho durante 1 ano e logo desisti, fiz natação durante o mesmo tempo e fisioterapia... Nada adiantou e hoje percebo que o desvio almentou ainda mais. Fico uma boa parte do tempo procurando pessoas que já passaram pelo o que eu estou passando, vejo vários vídeos no YOUTUBE e fico cada vez mais com medo, e percebo que diante disso tudo, sou muito fraca>>>

Tenho um namorado, e ele me dá a maior força para que eu faça a cirurgia, mas por morar no interior, não vejo médicos qualificados para tal cirurgia. Gostaria muito que você entrasse em contato comigo! Esse é meu e-mail do orkut: monikk18@bol.com.br

Muito obrigada por contar a sua história, pois ela me deixou mais aliviada.
Um beijo e felicidades, você merece!

carolina disse...

Olá Monique, tudo bem?

Tenho 29 anos e passei pela cirurgia na coluna aos 15. Me coloco a disposição
para qualquer coisa que queira saber.

Se vc quiser falar onde mora posso tentar indicar os melhores especialistas,
eu sou de São Paulo, mas fui operada em Ribeirão Petro.

Também te dou muita força para a cirurgia, se ela realmente foi indicada.

Temos que enfretar certo!?

Um beijo grande.

Carol

paloma disse...

Carol,
Estava pensando em voce... Neste segundo. Entrei aqui para responder as meninas. Precisamos conversar. Beijo

paloma disse...

Monica!
Que bom que escreveu. Assim como a Carol, acho importante enfrentar essa coluna. Vc ainda eh novinha, o que torna a coisas sempre mais simples.
Sinta-se corajosa... Tem sua vida inteira pela frente. Aqui mesmo, vc soube o quanto essa experiência pode ter bons resultados. Escreve mais, tire suas duvidas... No puder eu tento te ajudar.
Beijo,
Paloma

paloma disse...

Merielle!
Escreve garota...
Beijo

Anônimo disse...

estou passando pelo mesmo proplema de vcs mas tenho medo de não poder andar aos 17 anos
meu endereso do orkut é caroline.oli.jesus@bol.com.br
espero que entrem em contado comigo beijos

paloma disse...

Caroline!
Vou te procurar no orkut.
Beijos

Michelle disse...

Oi Paloma, tudo bem?
Gostaria muito de conversar com vc. Tenho este problema na coluna desde os 11 anos, e agora, aos 33, terei que fazer a cirurgia. Estou muito assustada, pois sei que esta cirurgia é melhor indicada na adolescência. Se vc puder entrar em contato, ficarei muito grata.
figueira.michelle@gmail.com
Obrigada e parabéns pela garra e coragem.

bruna disse...

Estou passando pelo mesmo problema de todas voçes..aos 14 anos descobri esse problema..meus pais me aconselharam o uso do aparelho(colete),mais me recusei..useii poucos meses..aquilo me encomodava demais..hoje estou com 17 anos e vejo que meu desvio só tem aumentado..as vezes penso na possibilidade da cirúrgia..mais tenho medo..de ficar em uma situação pior..sem cura..me ajudem..com alguma solução..sugestão..coisas desse tipo..
meu orkut é bruna.hta@hotmail.com

Obrigada a todos..

Mônica disse...

Oi Carolina...
Queria saber se a sua cirurgia ficou 100%, isso quer dizer se ainda tem algum desvio, pois nem sempre fica totalmente curada, não é?
Você sente alguma dor?
Depois da cirurgia podemos malhar, correr? Ficaremos sem nos curvar, é?

Sim! Eu moro em Pedras de Fogo- PB
Estou entrando em contato com alguns médicos e pedindo a opinião de cada...
Tomei minha decisão, pois não quero viver com esse problema p/ sempre e saber que poderia ter feito algo para mudar meu curso de vida!
Quero viver minha vida normal: Ter filhos, trabalhar, sorrir, brincar e o melhor... SER FELIZ!
Vou fazer se caso preciso, tenho que deixar meu medos de lado!
Um abraço minha querida!

Mônica disse...

Oi Paloma...
Tu não sabes o quando estás a ajudar-me... Ontem fui ao um outro médico e ele passou-me uns RXs, que irei fazer nas próximas semanas...
Na semana passada fiz uma outra consulta, com um outro médico, pois quero ouvir o que cada um tem a dizer.
Não lhe direi que não estou com medo, pois estou com muito! Mas também sei que não posso perder mais tempo, fico um pouco abatida com tudo isso, mas sei que meus amigos e familiares estaram sempre ao meu lado me apoiando em tudo!
Agora é só deixar nas mãos do nosso pai (DEUS), pois ele irá me ajudar!
Um abração para ti e uma ótima noite!

paloma disse...

Monica!

Que bom receber seus escritos. Imagino o seu medo. Acho que todas nos de uma forma ou de outra conviveremos com ele. E tem razão de sobra para sentir-se abatida. Mas por outro lado sinto em você uma atitude otimista, que eh maravilhosa. Escolha com carinho seu medico. E claro que "ELE" sempre estará te guiando. Escreve assim que souber do seu medico. Estamos aqui com você também.
Um beijo

carolina disse...

Oi Monica!

Sim sim, pode se viver muito bem depois da cirurgia!!

Minha vida é muito normal, só tomo cuidado com atividades com muito impacto, tipo aula de step, mas de resto..., tudo normal.

Vá em muitos médicos mesmo, e escolha aquele que voce mais tiver afinidade e confiança.

O medo da cirurgia é grande mesmo, mas acho que a possiblidade de ficar pior deve ser maior que esse medo... para mim foi assim...

Estamos aí! qualquer coisa escreve.

Abraços

Carol

Mônica disse...

Oi paloma...
No médico tudo foi muito tranquilo, ele passou-me outros exames para ver se a cirúrgia é a melhor coisa a fazer, uma pessoa mui simpatica, que passa tranquilidade as pessoas. Essa semana irei fazer os exames e mostrarei a ele. Estou um tanto nervosa... mas acho que é assim mesmo, né? é que fiquei com medo, pois ele disse que meu desvio já está avançado...
às vezes penso o porquê que a vida é assim: sempre cheia de dificuldades, de choros... ah! Se o mundo não tivesse doenças, seria tão mais leve, feliz e tranquila a vida!
Mas, depois vejo que, isso é verdadeiramente a VIDA.

Um abraço de quem muito te admira!
Boa tarde para ti!

Mônica disse...

Carolina...
Tudo bem com você?
Minha querida... queria saber com relação a recuperação: Se você sentiu algumas dores ao termino da cirurgia... Quando tempo ficamos sem andar (pois eu anda estudo, e não posso ficar muito tempo sem as aulas). Quais as sequelas que posso ficar? os riscos são muitos>>> Meu Deus, é tanta coisa que me vem a cabeça!

Eu só queria ser normal, e não ter que passar por isso...! Às vezes dou uma de forte, durona... Mas minha cabeça está tão complicada... Na verdade estou com medo de voltar a me desanimar... Esse problema, entre outros só acontecem a mim! Não sei mais o que quero, eu juro que tento ser forte, e eu consigo passar para as pessoas que sou, mas no fundo eu preciso de ajuda... Eu não sei me abrir com as pessoas próximas,e me sinto um pouco triste de uns dias pra cá...

Um abraço para você!

carolina disse...

OI Monica!

Fiquei feliz que vc parece ter encontrado um médico que gostasse!

Não sei o método que voce será operada, mas o meu foi o Cotrel-Dubousset, desenvolvido por um frânces, que não utiliza o gesso na fase de recuperação como foi a cirurgia da Paloma. Então vou falar do que aconteceu comigo ok? Lembrando sempre que as pessoas são diferentes, organismos diferentes e cada um reage de uma forma...

No meu caso, (muito muito avançado se não me esqueço, tinha mais de 120º de curvatura) foram feitas duas cirurgias..., uma primeira na lateral do meu corpo onde eles deixaram os ossos das vertebras mais maleáveis para a colocação da haste. Depois dessa cirurgia, me senti muito mal, na verdade porque não conseguia me levantar, não tinha muita posição na cama, nem fazer nada sozinha, em tudo eu dependia dos meus pais e enfermeiras, dores fortes e insuportaveis eu não tive não. Eu tomava os analgesicos constantemente para evitar esse desconforto. Tive alta do hospital e voltei em uma semana para fazer a segunda cirurgia.

Depois da segunda cirurgia a coisa mudou, sentia meu tórax mais firme e ereto, me dando mais confiança de movimentação. As dores também foram controláveis, nada de insuportável, na verdade quando começava doer um pouquinho só eu já falava e eles me davam remédio.

Voltar da enestesia geral é que foi muito ruim, porque eu sentia muita sede mas não podia tomar água para não passar mal, vomitar e acabar me machucando.

Não conseguia muito comer e me sentia fraca nesse período antes de sair do hospital, tinha pavor de engasgar, tossir e sentir dores, foi um processo lento para eu voltar comer normalmente, fiquei na dieta liquida durante um tempo. Durante esse processo acabei perdendo 10 quilos.

Também tive que fazer exercícios respiratórios num aparelinho para recuperar a função total do meu pulmão... que era muito dificil no começo.., mas a pior dor que passei de tudo isso foi a retirada do dreno do meu corpo. O dreno é um tubo que fica dentro do seu corpo enquando eles fazem a cirurgia porque enquanto eles operam seu corpo produz líquidos, e para evitar uma série de problemas eles mantém esse tubo até não ter mais nada dentro de você. Isso sim foi horrível! chinguei muito meu médico quando ele tirou... rsrsrs, mas foi coisa de segundos...

Minha maior surpresa foi colocar o pé no chão depois que tirei o dreno, me sentir completamente estranha, ok tinha eu tava mais reta e, assustadoramente, eu tinha “crescido” 10 centímetros!.... foi um momento incrível para mim, onde percebi que tinha sobrevivido e que tudo ia passar...

O resto Mônica é assim..., voce fica sim muito dolorida, com medo de se enconstar em algum lugar duro demais, de que alguem na rua esbarre em voce, sua senssibilidade fica praticamente numa TP eterna.... rsrsrsrs

Daí.., é ir para casa..., comprar muitos travesseiros para encontrar a melhor forma de se aconchegar na sua cama e respeitar muito os limites que seu corpo, cansou de ficar sentada vai deitar, se não quiser ver ninguem avisa, se quiser andar um pouco pede companhia...

Aprendi muito ser mais humilde porque precisei muito das pessoas... mas não tenho duvidas que vc estará cheia de gente para te paparicar.. rsrsr

Por hoje é isso.., mais duvidas e perguntas pode falar!!!

Muitos Beijos!!

Carol

carolina disse...

VOLTEI!! rsrsrs

Dona Monica!! srsrsrsr

escrevi um monte de coisas, mas fiquei com a sensação de não responder todas as suas perguntas...

Pois é quando fiz minha cirurgia estava começando o primeiro colegial...,andar eu pude logo, mas não me sentia muito confortável sentada na escola, então demorei um mes mais ou menos para conseguir assistir as aulas normalmente...eu ia e voltava no meio da aula..É possível voce fazer a cirurgia nas férias??

Essa historia de se curvar me preocupou muito antes da cirurgia, achava que ia ficar uma tábua só (que realmente voce fica durante um tempo)....mas na verdade naum faz nadica de nada de diferença na minha vida, porque o importante é abaixar e para isso tem cintura e quadris que permitem a minha inclinação...

Não é facil passar o que vc está passando..., sei disso.., voce chegou a procurar algum tipo de ajuda emocional? terapia? psicologo? igreja? centro? remédio?

Bjs e vamos nos falando!! ah...não consegui te mandar e-mail... ele voltou...

Carol

Anônimo disse...

Olá pessoal,quando eu tinha por volta de 6 anos comecei a tratar da escoliose lombar na época era de 10º, fui a muitos lugares tratar. Aos 12 anos minha escoliose foi para 12º, hoje estou com 13 anos e minha escoliose está com um grau muito alto, tenho 1,73 de altura e meu grau chegou em junho a 38º. Mais agora mesmo em outubro minha escoliose está em risco de operar, (caso subir). Faço fisioterapia uma vez por semana, uso um colete noturno (uso apenas quando estou deitada), foi feito nos EUA ainda não tenho respostas,(estou usando a apenas a um mês e meio). Se der tudo certo passo a vocês o nome do colete.

Abraços

G.S.A disse...

PS: COMENTÁRIO ACIMA :: HOJE ESTOUCOM 43º !!

SIlvαиα' disse...

tenho 14 anos e fui eu que descobri a pouco mais de um mes que tinhas uma escoliose, hoje faço fisoterapia e ando à espera de vagas para a natação..

Mas a minha médica nem me colocou a hipotese de ser operada, nem de por colete...

Passe no meu blog se quiser :)

beijinho

Mônica disse...

Oh Carol... Que bom que você me explicou essas coisas!
Você é uma pessoa muito boa!
Agora estou mais tranqüila...
Muito obrigada pelo carinho!
E qualquer novidade eu lhe escrevo!
Um beijão...

Anônimo disse...

Ola,
Quem quiser, também me coloco a disposição. A minha operação de escoliose foi a primeira feita no Brasil, em março de 1968. Acredito ter sido uma novidade até para os médicos que a fizeram.
Foi bem parecida com a da Paloma, pelo que pude ler na descrição, embora eu tenha ficado 08 meses totalmente engessada e de cama, sem poder nem me virar de lado, sem ajuda, devido ao peso do gesso. Isto mesmo, de cama! Só pude me levantar (sem sentar, apenas em pé) depois desse tempo, e mesmo assim, aos poucos. Alguns minutos ao dia, para não ficar tonta. E durante o tempo de cama, engessada, eu fazia vários exercícios respiratórios e com as pernas, para o gesso não prejudicar o meu pulmão e para as minhas pernas não atrofiarem.
E também não tirei enxerto da bacia, devido a minha escoliose eu tive de tirar um pedaço de cada tíbia (osso da perna). A tíbia é o único osso do corpo humano que se refaz, depois de um tempo (aproximadamente 1 ano) e por isso o osso da perna se refaz e você volta a poder andar depois de um tempo.
Sei que no meio da minha operação eu não pude falar "Paloma", igual a você, amiga, pois eu estava com as duas pernas também sob o efeito de anestesia. Só soube que não tinha ficado paralítica, uns dias depois que voltei a mim, pois os médicos achavam que iriam poder tirar o osso da bacia, mas como o desvio foi maior do que eles imaginavam, eles resolveram, no meio da operação, nem eu e nem eles sabiam anteriormente, tirar o osso da tíbia, das duas pernas. Imagina o susto que eu passei ao acordar da cirurgia e ver que não sentia as minhas pernas ! Achei que tinha ficado paralítica ! Até eles me convencerem que eu estava era com as pernas anestesiadas .... foi um trauma só.
Mas deu tudo certo e embora eu tenha ficado oito meses de cama, perdi ano de escola, etc..., quando eu levantei e todo o resto da recuperação, foi mais ou menos igual ao de vocês.
Minhas hastes cheias de parafusos (tive que colocar duas) estão comigo até hoje, inteiras, graças a Deus, já faz mais de 40 anos !!!
Quarenta anos !! Quantas lembranças ... hospital, dúvidas sobre tudo, cama de tortura para engessar, ano inteiro de cama, cresci 13 cm, não podia sair da cama para nada, dependia de meus irmãos e meus pais para tudo, mas lembro também do carinho e da paciência de todos e graças a todos estou aqui hoje, perfeita e feliz. Fiquei com um pequeno desvio ainda, e não tenho mobilidade na cintura, sou bem reta mesmo, mas isso também me trouxe uma bonita postura. Posso fazer quase tudo e os ferros (como eu chamo) não me atrapalham e fazem parte da minha vida totalmente. Tenho mais tempo com eles do que sem eles, pois operei com 13 anos de idade.
Sei que tudo que passei , já passou, e não me impede de viver e eu só tenho a agradecer a Deus. Não posso fazer algumas coisas, mas são poucas e não me atrapalham em nada.
Casei, tive filhos, gêmeos, e embora eles também tenham nascido com escoliose, como eu tenho acompanhado, não precisam operar, graças a Deus ... só controlam com RPG e raios X frequentes.
Dores? Sinto algumas, as vezes, mas tenho certeza de que minha vida seria bem diferente, para bem pior, se eu não tivesse operado.
Bem, se eu puder ajudar em qualquer coisa, coloco=me a disposição de vocês, embora muita coisa tenha mudado da época da minha operação para os dias de hoje.
Me avisem o e-mail de vocês, se querem se corresponder comigo, ok ?
Um grande abraço a todas.
Uma amiga

paloma disse...

Uma amiga,

Das antigas como eu! Que coisa, fico impressionada de como somos "tantas".

Se na minha época ja foi uma loucura imagino na sua.

Obrigada por escrever... Deixa seu nome e e-mail e assim poderemos conversar mais.

Um beijo,
Paloma

carolina disse...

Dna Paloma!!!

Voce anda conhecida como a próxima Tempestade tropical bater em Miami!!

Segura essa mulher!!

Bjs e saudades!

Carol

CRISTIANE disse...

Olá Paloma. Fiz minha cirurgia em 1983 com o Dr. Alacrino Campigotto. Ele já deve ter morrido faz tempo, pois já era um senhor idoso naquela época. Ele atendia em São Paulo, no Glicério e só operava no Hospital Sorocabana na Freguesia do Ó e pelo INPS da época. Eu não coloquei nenhuma haste, tampouco pinos, apenas um encherto de osso do quadril para calçar a coluna e impedi-la de continuar curvada. Eu tinha 35º e naquela época a tolerância era 30º. Sofri menos que vc. Fiquei internada 10 dias, coloquei o gesso no último dia. Também fui posta na tração para ser engessada, mas me senti aliviada, pois o gesso acabou com minhas dores. Passei esses 10 dias fazendo tudo na comadre, tomava analgésico sem parar, me mexia bem devagar pq tinha a sensação de que estava tudo quebrado. Até de mexer o dedo do pé me casava dor. Depois do gesso, tudo mudou. Fui para casa, e coloquei na minha cabeça que eu iria andar sozinha, levantar sozinha, e tomar banho sozinha também (da cintura pra baixo, né, fazer o que... ) Graças a Deus deu tudo certo. Nos primeiros dias o gesso pesava muito mesmo. Meu pai me ajudava a ir ao banheiro pq eu não aguentava o peso na hora de levantar da bacia. Senti vergonha, era menina, tinha 13 anos para 14 anos. Não perdi as aulas, frequentei a escola, o preconceito, me defendi como pude e passei de ano. Usei o gesso por 10 meses apenas. Fiquei muito feliz por tirá-lo antes da minha formatura. Coloquei o gesso e não tinha nem seios, tirei o gesso e me vi de seios formados. Bom, pelo menos não passei pela fase de esbarrar nas coisas e sentir dor, como sentem as meninas na fase de desenvolvimento deles. Andei de bicicleta na praia, minha mãe quase morria de medo de eu cair, mas fui teimosa. Saía de casa só com calça e gesso. Não estava nem aí para o que os outros pensavam de mim. Sambei no carnaval, dentro da sala, assistindo o desfile de samba, apenas 1 mês e meio depois da cirurgia. Eu não sentia nada, então abusava.... kkk ... Bom, tirei o gesso e ouvi feliz o médico dizer: Vida normal... Nunca mais voltei lá. Me recusei a ir porque não queria operar a escoliose da coluna cervical que ficou comigo. Cresci, namorei, casei, tive meu 1º filho de parto normal. Tomei peridural aplicada em uma vértebra mais abaixo da cirurgia. Senti contrações bem leves, o suficiente para eu poder dizer à médica a hora que começava e a hora que terminava. Dez anos após ao 1º parto, engravidei da minha filha, mas ela nasceu de cesariana, pois era prematura e tive complicações na placenta. Mais uma vez tomei anestesia na coluna, dessa vez rack com morfina. O anestesista teimou em querer aplicar na artéria certa, não me ouviu e eu tinha alertado que eu tinha calcificação naquela região. Conclusão: Não conseguiu, aplicou mais pra baixo e deu tudo certo. Morri de medo de sentir as dores da cesária, mas graças a Deus não senti absolutamente nada. Hoje tenho 38 anos, tentei fazer academia, mas senti-me muito mal. A sensação era de que me cérebro não conseguia processar as informações. Fui a um ortopedista, fiz umas radiografias e ele concluiu que eu desconectei. Nada que um bom relaxante muscular não resolvesse em 7 dias. Parei de abusar. Atividade física agora, só caminhada. Já peguei muito peso, mas segundo meu novo ortopedista, minha coluna está muito judiada. Tem várias rarificações, e para ajudar eu tenho a coluna torcida também. Não me queixo muito. Sinto bastante dor nas costas quando o tempo muda, quando estou tensa, em época de menstruação, mas já me acostumei. Nunca tomo remédios, pois acho perfeitamente suportável e não quero me entupir de drogas. Hoje eu não arriscaria mais a fazer cirurgia de coluna, apesar de que meu médico disse que não é mais caso de cirurgia, que não compensa, essas coisas... Temo um pouco pela minha velhice. Acho que se estou tão enferrujada hoje com 38 anos, qdo tiver 60 estou frita, mas tentarei não pensar nisso, e sim procurar não me acomodar. Estou evitando pegar peso maior que 15% do meu peso. Evito engordar pq sinto mais dores qdo aumento algumas gramas. Mesmo assim, me considero feliz e agradeço todos os dias pela minha saúde. Fique com Deus! Meu orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=8031740487737615500

carolina disse...

Quem tá começando a assustar sou eu com a quantidade de meninas, mulheres que aparecem com esse problema....

Bom saber que a vida segue normalmente né?? afinal quem não tem limitações??

Bjs à todas!!

Carol

Mônica disse...

GENTE... Eu já estou muito velha pra fazer essas cirugias?

TODAS VOCÊS que já a fizeram sentem dores?
é?

Um beijo!!!

LUIZA disse...

OI MONICA !!

MEU NOME E LUIZA TENHO UM ANJO ESPECIAL DE 13 ANOS ELE VAI FAZER CIRURGIA EM JANEIRO ESTOU DESESPERADA , PELO FATO DELE SER ESPECIAL E O RISCO DA CIRURGIA...O MEDICO DELE DISSE QUE A ESCOLIOSE DELE PASSA DE 50% , MAS VOU COLOCAR NAS MÃOS DE DEUS PRA QUE TUDO DE CERTO , ELE E MEU ÚNICO FILHO , EU LI TODA A SUA HISTORIA VOCÊ REALMENTE E UMA VENCEDORA ...FIQUE COM DEUS E UM FELIZ NATAL PRA VOCÊ E FAMILIA !!

MEU EMAIL E LULUZINHA_COSTAOESTE@HOTMAIL.COM
T MAIS BEIJOSSS

Anônimo disse...

Obrigada Paloma, você não sabe como vc me ajudou com sua história. Li atentamente, vejo que vc escreve como os americanos, rs, entendi depois qdo vc disse q mora nos EUA, já morei lá tbm.
Com 12 anos percebi q uma alça da minha mochila era sempre mais curta que a outra. As vezes tinha q ser apertada pra bem menor, e outras ficava com pouca diferença. E também a perna esquerda das minhas calças sempre arrastava, e a outra não. Nunca entendia por que. Fui diagnosticada com escoliose de 24 graus só com 16 anos depois de muito insistir aos meus pais a ser examinada. Eu tinha essas opções: usar colete (apesar q não recomendável, já q parei de crescer com meus 14, 15 anos), inserir pinos com cirurgia, ou me tratar drasticamente. Fisoterapia e o caramba, sabe. Fiz pilates, hoje sou tratada por um quiroprata, mas acho que nunca minhas costas vão voltar completamente pro lugar. E apesar da dor ocasional, a inclinação não é grande o suficiente para necessitar fazer uma cirurgia. Mas a parte que mais tenho medo é de quando engravidar, se o angulo vai piorar ou algo assim. De não poder segurar minha criança no colo. Aparentemente terei q fazer parto natural tbm pois há um histórico de escoliose na minha família, e minha vó só passou a sentir dor nas costas após ter tomado a peridural. Lendo a sua história Paloma passei a ter esperança de ter um parto natural, e poder cuidar dos meus filhotes quando nascerem. Obrigada por compartilhar sua história.
-Julia (rockababy55@hotmail.com)

Juliana disse...

Oi Paloma, sua história me encorajou para enfrentar a cirurgia de escoliose. Descobri a escoliose com 9 anos (tinha 14º), fiz tratamento com rpg, colete e natação, mas ñ adiantou. Hoje tenho 14 anos, estou com 45º a minha cirurgia será amanhã 16/02/09, tomara que dê tudo certo. A história de outras mulheres que fizeram cirurgia também me ajudou muito, principalmente aquela senhora que foi a 1ª brasileira a fazer a cirurgia de escoliose no Brasil. Hoje a ciência está mais avançada e com certeza tudo dará certo. torça por mim para que eu consiga efrentar tudo isso.
Depois da cirurgia vou voltar aqui para relatar a todos como foi.

Meu e-mail é julianasilva1994@gmail.com me add para que possamos conversar.
Obrigada.

Mônica disse...

Oi gente... nunca mais escrevi para nehuma de vocês!
Mas é que agora estou desconectada por um tempo... mas estou bem... Tô pensando em não fazer mais a cirurgia, pois aqui na paraiba fica mais difícil, mas de qualquer forma desejo sucesso para todas vcs que fizerem a cirurgia, um enorme beijo para todas!

Anônimo disse...

bfsxz

Juliana disse...

OI pessoal, oi Paloma!
Ja fiz cirurgia, foi um sucesso, não teve nenhuma complicação e a ajuda de vocês me ajudou muito.
Minha mãe conta que eu estava tão tranquila, que paracia que eu estava indo ao parque de diverssões; eu estava bem preparada, ñ só eu como minha familia tambem. Sinto um pouco de desconforto, mas é só no começo.
Valeu a pena porque minha coluna melhorou bastante, quase que nem se percebe o pequeno desviu.
E um conselho as garotas que precisam fazer cirurgia: Vale a pena vocês se sentirem um pouco desconfortáveis no começo, porque a vida no futuro será bem melhor!
Obrigada a todas vocês!

michaele disse...

olá meninas... bem eu mei chamo Michaele, tenho 21 anos e descobri minha escoliose com uns 12 anos, na época o médico queria que eu colocasse o colete e uma palminha no sapato, eu muito preocupada com minha aparência e com a turma da escola, não quis colocar! Passei todos estes anos escondendo meu problema com blusinhas fechadas, a maioria na cor preta, pq percebi que desfarça o quadril torto, biquini só na praia, morro de vergonha. Gostaria de saber se alguém conhece alguma cirurgia que tenha um pós operatório rápido!!
Obs sou de Ribeirão Preto- SP

E Paloma vc é guerreira!!! Beijão

meu e-mail é michaelepaula@yahoo.com.br

Anônimo disse...

Oi Paloma

me chamo Flavia

fiquei muito feliz por vc ter passado por tantas dificuldades em sua vida e ainda mostrar a todos que vc venceu mais essa e que tudo serviu como ensinamentos que vc apenas esta passando a diante ....
Eu tambem sou uma das suas, tenho 18 anos e minha cirurgia foi feita a 1 mes e 21 dias...logico que com a tecnologia de hoje fazer uma cirurgia dessas fica bem mais facil.Encontrei o se blog por acaso e adorei ver que nao estou sozinha nessa batalha onde ja somos vencedoras...todas essas pessoas que tambem como nós duas ja passaram por tudo isso sao e somos pessoas abençoadas, pois ja vi que existe problemas bem maiores do que o nosso.

O que tenho a dizer é que eu desejo tudo de bom a todas essas pessoas e principalmente a vc que teve coragem de mostrar a todo mundo o que um dia vc sofreu e que hoje é apenas uma recordaçao que fez vc se encontrar na vida, o que quero dizer é que as vezes as situaçoes da vida faz com que possamos nos achar em nos mesmos...hoje sinto que dou mais atenção as coisas boas que a vida me dá e nao tanta importancia para algumas dificuldades que tinha, percebo que isso nao era nada em vista do que ja senti do que sou hoje...

Ja te adoro

muitos beijos e forças pra mim e para quem ainda esta passando por isso!

Deixo meu email para quem queiser conversar comigo caso tenham alguma duvida ou quer apenas uma palavra amiga...[flaviaa.rangel@hotmail.com]

carolina disse...

Oi Flavia! é a Carolina..

Que bom que voce já fez a sua cirurgia. Muito sucesso na sua recuperação e se precisar de alguma coisa, qualquer forcinha que seja estou por aqui!!

Bjs

Anônimo disse...

Oi paloma,
nos somos guerreiras tenho escoliose fiz minha cirurgia no ano de 2000 foi um sucesso, nao sinto dor,tenho 24 anos hoje,sou muito feliz.Meu pai me ajudou muito
pois eu moro no rio e fiz minha cirurgia em sao paulo na santa casa
foi muito dificil na epoca pois nao conhecia ninguem la e a viagem era longa,foi uma luta mais consegui e hoje me sinto otima. desejo felicidades para voce e para todas que estao passando por isso. bjs

Anônimo disse...

meu nome é Dayana eu descobri a minha escoliose aos 13anos estava usando uma camisa apertada e minha mãe que viu,marquei uma consulta com um ortopedista daqui da minha cidade(Teresópolis RJ),ele me disse que não teria jeito que só ia piorar,imagina uma criança ouvi isso de um especialista e minha mãe coitada,mais meu pai trabalhava em São Paulona época,em uma firma grande,então o patrão dele conseguiu uma consulta pra mim no hospital,Santa casa de São Paulo, o médico me examinou e disse que de la eu só sairia boa,eu era muito nova e tinha a vida toda pela frente,adorei ele me passou muita confiança.então tudo começou a acontecer,muitas viagens,pouco dinheiro e muita determinaçao,usei colete daqueles que vai até o pescoço todo mundo me olhava na escola pois eu era a unica da cidade na época que usava aquilo,eu nem ligava só queria ficar boa tinha uma prima que me dava maior força a gente estudava junto e tinha a mesma idade ela me ajudou muito,usei o colete seis meses por fim na escola nimguem mais via o colete só Dayana tinha muitos amigos a maioria me comunico até hoje.quando fui tirar o colete a decepção nada tinha mudado,então o médico me comunicou da cirurgia eu aceitei minha mãe quese teve um troço,então fiquei na fila esperando minha vez...muitas viagens...nada de cirurgia...anciedade...e a escoliose não parava por fim vieram as dores...Meu dia chegou tive um pressentimentoque seria naquele dia,chegou a consulta não tinha vaga pra mim seria o fim voltar para casa com dor e sem esperança,então uma menina saiu chorando da sala pq não queria fazer a cirurgia por medo,não sei,não entendi o motivo,saiu um médico logo depois e me perguntou se eu queria ficar no lugar dela e eu disse SIM,minha mãe ficou palida eu só tinha levado a roupa do corpo mais nem liguei fui para o quarto estva a um passo da cirurgia,minha mãe voltou pra casa para pegar roupas e voltou para ficar comigo,a visita do médico em meu quarto,me disse tudo que poderia acontecer comigo de errado,mais eu estava decidida a fazer a cirurgia,mais é sempre bom saber dos riscos.Chegou o dia mais esperado desde então,estava super tranquila minha mãe me levou até a sala com aquela cara que as mães fazem quando acha que seus filhos estão em "perigo",meu pai nem ficou sabendo o dia certo da cirurgia pois teria um infarto.Tudo ocorreu bem 14horas bem sucedidas,não doeu nada eu chorei só com a retirada dos pontos os médicos me zuaram foi engraçado.ADOREI o tratamento no hospital só tenho a agradecer é um tabalho lindo o que eles fazem.Hoje sou tecnica em enfermagem e me orgulho disso. BJS para todos vcs e um BEIJAO maior ainda pra Paloma que me deu essa oportunidade de contar minha experiencia.

carolina disse...

Dayana que máximo!! Voce realamente é uma pessoa especial...não é por menos que trabalha com medicina hoje. Me ví muito na menina que saiu da sala chorando porque tinha medo da cirurgia.. eu protelei demais porque tinha muito medo, medo de morrer...

Graças a Deus deu tudo certo!

Bjs

Pâmella disse...

olá
Eu tenho tenho problema de escoliose des da 10 anos, nessa idade eu estava com 30º de coluna, só uma vez melhorou: 20º, 30º, 38º e hoje estou com 48º minha cirurgia está marcada para o dia 11 de julho, nas férias, quando o meu médico disse que eu ia precisar fazer a cirurgia minha mãe encheu ele de perguntas, eu sai do consultório chorando, vou fazer a cirurgia no hospital pequeno principe.na verdade quando começou a piorar eu já sabia que ia chegar um dia e medico ia diser que precisava fazer cirurgia, troquei de medico uma vez, porque a dra que eu estava disse pra ,mim me consultar com um medico amigo dela e minha mãe acabou priferindo ele, esse medico que estou agora é muito legal ele deixa a gente tranquila, mas não nego que estou com um pouco de medo dessa cirugia.
cmo que fica depois da cirurgia? e vai poder fazer dança do ventre depois? porque eu queria fazer!!
bjs

carolina disse...

Oi Pâmela, tudo bem??

Ví sua menssagem. Não se preocupa naum que vai dar tudo certo.

E a recuperação óbvio que naum é lá muito fácil, mas quando voce se der conta tudo vai ter passado e sim vc vai poder fazer o que quiser e o que fizer te sentir bem...

Nunca tentei dança do ventre mas acredito que naum tenha problema desde que vc respeite seus limites!

Bjsu e Boa sorte!

Carol

Larissa disse...

Olá..

Minha irmã tem escoliose. A dela é na lombar, acho que a curvatura é mais para baixo...
Hoje tem 38 graus. Com quantos graus vocês operaram?
Ela tem 17 anos e tem medo da cicatriz da cirurgia. É muito grande?

Bjos

Larissa
larissalopesba@gmail.com

ninna disse...

oi gente....meu nome e severina...eu sabia que tinha a coluna meio torta sabe....mais como morava no interior da paraiba,nunca tinha ido a um medico....agora eu moro no rio de janeiro e procurei um posto de saude q me encaminhou para o INTO(instituto de traumo ortopedia)mais demora muito.....ja estou a dois anos esperando e nada....eu tenho 29 anos e tenho muita dificuldade para dormir.....fora que agente fica meio depre quando tem essa doenca...tenho um problema serio com roupa....e me sinto muito feia....tenho vergonha de ir a praia....[e ate um pecado né?morrar no rio e nao ir a praia....gostaria de ajuda p/aber se v6 conhecem outro lugar aonde eu possa fazer essa cirurgia....sou pobre....mais estou fazendo uma popanca p/usar em ultimo caso....pois fazer essa cirugia é meu sonho...bj pra todas v6

taisa disse...

Olá,
Tenho 25 anos e descobri, ou melhor minha mãe descobriu que eu tinha escoliose com um 1 de idade ao me secar depois do banho. Usei colete desde então até os 12 anos só tirava pra tomar banho, acredito eu que mais ou menos um ano antes de completar 12 anos minha mãe descobriu o Saara em Brasília. Mesmo tendo usado colete muitos anos de minha vida meu caso era progressivo e só se resolveria com cirurgia. Aos 12 anos e com 78 graus coloquei a tal haste e alguns parafusos. Fiquei 20 dias somente deitada. Usei 6 meses de gesso fixo e mais 6 meses de gesso removível (podia tirar pra tomar banho). Quando tirei por definitio o gesso podia sentir a ponta posterior da haste sob minha pele, uma cicatriz bem visivel e longa e ainda a tal curvatura da minha coluna, ou saliência como costumo chamar. Bom o fato é que, mesmo tendo estabilizado a curvatura da minha coluna não me sinto feliz por completo. Tenho uma costela, a última do lado direito, bem torta pra dentro dependendo da forma de como estou sentada ela me incomoda um pouco. Não posso ficar muito tempo em uma mesma posição, pois o lado esquerdo do meu corpo fica dormente (lado da curvatura).
Durante 12 anos da minha vida (tempo em que usei colete) não pude levar a vida que gostaria e meu maior sonho era ser "normal". Minha mãe durante esses 12 anos foi tudo pra mim (ainda é), a vida dela girava em torno da minha; até minha irmã 4 anos mais nova foi meio deixada de lado. Mas minha mãe fez o possível e o impossível pra encontrar o melhor pra mim e conseguiu. Durante todo esse período eu tentei de todas as formas esconder esse meu "problema", mas que tolice a minha, todos sempre souberam. Algum tempo após a cirurgia ainda sonhava que usava o tal colete ortopédico, uma tortura pra mim.
Bem o fato é que, mesmo levando uma vida normal de verdade porque faço de tudo e as pessoas nem sabem que tenho escoliose, pois escondo muito bem; o fato é que nunca desisti de passar a mão em minhas costas e a sentir o mais reta possível, é um sonho para mim.
Depois de ter lido o caso da Paloma, e demais relatos que mtuio me emocionaram, pois saber que não se está sozinha é muito bom, conforta; resolvi escrever e dividir com vocês a minha história. Também gostaria de saber se alguém poderia me ajudar perguntando para o seu médico se é possivel eu fazer uma nova cirurgia e reduzir ainda mais minha curvatura se possível quase que por completo, nas técnicas de hoje em dia me parece também que não é necessário usar gesso. Quem obtiver alguma resposta e puder me ajudar eu agradeço desde já.
Um grande abraço a todos.
meu email segue:
Taisaatkinson@yahoo.com.br

Marina disse...

é eu tenho escoliose, eu descobri aos 12 anos, estava com 22º, dai o medico disse que daqui a um ano eu teria que voltar lá, voltei aos 13 ja estava com 26º, e o medico disse que era só pra ficar acompanhando, e cada ano piorava um pouco agora to com 16 anos e tá em 31º! Já pensei varias vezes em fazer a cirurgia,, só que me falta coragem, pensei em usar colete, dai eu penso na vergonha, pq querendo ou não sou uma adolescente, dai eu vou ser a unica diferente do meu colégio e tals, agora começarei a fazer RPG! Não vejo a hora de eu parar de crescer, é muiito ruim querer ir a praia, colocar um biquini, tu sente que tá todo mundo te olhando, comentando olha lá que guria torta, isso é a pior coisa, que boom que eu tenho o apoio da minha familia, eles me fazem sentir forte, os meus amigos no começo quando mostrei a minha coluna pra eles, ficaram todos assustados, meu deus marina que horrivel, falaram um monte colocaram apelidinhos, isso me dava tanta raiva, que eu começei a ficar meio depressiva, dai eu pensei comigo mesma, pra que eu vô ter que abaixar a minha cabeça e ficar dando bola pra esses "amigos". Na real, eu tô feliz, isso é um problema que com qualquer um pode acontecer! O que me ajudou muito foi fazer um curso de dança gaucha, que faz eu ter postura, e não sentir dor!

Paloma disse...

É Marina,
Parece que todas nós enfrentamos os mesmos medos... Adorei saber que está se cuidando, dançando, vivendo.
Qualquer coisa pede socorro...
Bj,
Paloma

Patrícia disse...

Paloma,
Hoje a minha família e eu estamos vivendo um momento de grande apreensão, minha irmã Victória tem escoliose, está em 60°, faz uso do colete há um ano aproximadamente, faz natação, já fez fisioterapia, mas nada resolveu definitivamente, o grau se desenvolveu muito rapidamente, hoje ela tem 12 anos, desde que descobrimos ela faz tratamento com o Dr. Paulo Machado, o melhor ortopedista que temos em nossa cidade (Bragança Paulista), ele afirma ser necessário o procedimento cirúrgico, contudo, através de um amigo médico descobri o Dr. Élcio Landim, explicamos ao Dr. Paulo que em casos tão graves como o desse da minha irmã, precisaríamos de uma segunda opinião, ele por sua vez ficou feliz em saber que essa segunda opinião seria a do Dr. Landim, pois foi aluno dele quando da graduação, ele elaborou um relatório sobre o problema da Victória, e hoje a tarde ela será consultada pelo Dr. Élcio, pela primeira vez, sabemos o quão sábio ele é, e temos que ter em mente que a palavra dele será o ato o qual devemos seguir, apesar de apreensivos, estamos bastante confiantes, no Dr. Élcio, e principalmente em Deus. A priori o meu relato é esse, após a consulta trocarei outras informações, pois ao ler o seu blog pude perceber o quanto é forte, batalhadora... Me emocionei muito com a sua história de vida, desejo-lhe toda a felicidade deste mundo e que Deus esteja com você, sempre.
Um grande beijo.
Patrícia.

carolina disse...

Oi Patrícia! muita força ai para toda sua família. Acredite, sabemos o que estão passando.., qualquer coisa grita!! Bjus Carol

carolina disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Di disse...

Oi meninas!

É muito bom saber que hoje existe um blog que trate sobre esse assunto. Tenho 23 anos e passei por duas cirurgias quando tinha 18. Parece que algumas coisas não são por acaso, há pouco tempo fiz uma grande amiga, e outro dia, conversando, descobrimos que tivemos o mesmo problema de coluna. Ela comentou comigo sobre esse blog e fiquei muito interessada.
Procuro pessoas que eu possa ajudar com a experiência que eu tive, e estou realmente a fim de fazer alguma coisa por todas as meninas que passam pelo que eu passei, portanto, qualquer dúvida ou ajuda que vocês precisem, escrevam!!!
Paloma, a sua história e atitude são verdadeiros incentivos à vida! Muito obrigada!
Beijos

Aline disse...

Aline Oliveira -Olá meninas! Resolvi nessa manhã procurar por blogs sobre escoliose pra contar minha experiência ,e achei esse e fiquei emocionada pelas histórias e não me sentindo a única a passar pela escoliose .Tinha 11 anos qdo uma tia percebeu q eu estava andando com um ombro mais baixo q o outro .Foi onde tudo começou ,idas a médicos e o diagnóstico ,achei que meu chão tinha sumido,meus sonhos não seriam realizados ,daí pra frente foram graus e mais graus .Meus pais me leveram aos melhores médicos que puderam ,usei colete ,mas só ajudou a ser motivo de risada entre os "amigos"na escola .Minha família toda ajudou muito.O útimo médico que passei foi pela equipe do Hospital das Clínicas ,onde a 1 dia da cirurgia (que eu no momento queria muito fazer pra voltar a ser "normal")os médicos me disseram que no meu caso que já estava aos 98° e eu com 14 anos não adiantaria mais a cirurgia ,pq graças a Deus parou por aí ,não entortaria mais ,foi tudo muito rápido ,o problema foi ter chegado a esse hospital já com o grau avançado .Já tinha passado por 4 médicos diferentes onde apenas o 4° médico me indicou cirurgia ,ele me falou que qdo tudo começou com 14°já teria de ter feito a cirurgia .Foi então que consegui vaga nas clínicas .Mas já era tarde !A cirurgia foi descartada ,mas eu tinha que continuar minha vida ,não foi fácil aguentar os apelidos ,os comentários ,sofri pq sempre amei muito a natação ,e deixei de lado pq minhas costas é muito torta e não queria q ficassem dando risada de mim .Depois de sofrer com isso e achar que não conseguiria achar alguém que gostasse de mim assim ,apesar que com roupa é bem discreto (mas ela está aqui ...).Encontrei o amor da minha vida aos 17 anos e mostrei a ele o porblema e perguntei se faria diferença ,e ele disse que não ,então vi que podia ser feliz ,que o que importava é o que somos por dentro .Fui em busca da minha vida ,da minha felicidade .Namoramos ,casamos ,me divertia ,estudei ,trabalhei ,fiz minha casa ,agora faltava um filho .Como seria a gravidez e o parto?Será que a teria complicações na gravidez e no parto ?Não poderia tomar a anestecia a tal nas costas ,teria que ser parto normal ,daria certo assim ?Acreditei em Deus e fiquei grávida ,foi uma gravidez perfeita ,curti tudo .Foi ótima sem nenhum problema ,e agora o parto?não me preocupava só confiava em Deus e no médico que escolhi .Chegou o dia ,a bolsa estorou ,fui calma pro hospital ,depois das dilatações,chegou o trabalho de parto ,meu médico estava lá e com certeza Deus tb .do inicio da bolsa se romper e o nenê nascer levou 4 horas .Foi parto normal ,um menino perfeito ,hj com 5 anos e sem escoliose nenhuma e minha coluna igual a antes da gravidez . Não tenho dor nas costas e levo uma vida normal.Tenho uma família linda .E não pretendo mais ter filhos pra não prejudicar minhas costas ,mas sou feliz por ter lutado pela minha vida .Sempre procuro ter um dia melhor q o outro ,não uso roupas coladas ,mas isso diante da vida não é nada ... e parabéns a todas pelos depoimentos e a Paloma por abrir esse espaço .FELICIDADES .

carolina disse...

Olha só, mais uma com filhos!!

Ainda morro de medo Aline.

Bjus

Anônimo disse...

olá !! meninas! bem ...eu li o depoimento detodas vcs!! gostaria tbm de partilahr a minh estoria!

descobria uma ecoliosee S co 28 2 graus ada curv, eu mesma notei o problma qand provei um biquine novo... ignorei..depois de dias mostrei pra miha mae, ela me levou ao médico. Ai veo a Noticia!!! escoliose strutural. azer uso decolet de Milwalk!!! foi horrivel muito duru...como todas vcs relataram...usar o colete foi uma tarefa ardua...não por incomodo...pois uslo foi tranquilo, o duro eram as roupas...só camiseta, os aplidos de robô cop etc... sfri chorei eperniei, mas meu paisforam frmes comigo.. e eu tbm persisti...nunca desisiti. useio o colete 23 hras por dia por anos!!! venci...minha escoiose diiuiu muito...mas a gravidade é fogo...em pouco tempo a escoliose voltou para o que era...mas o medico disse que já era de se esperar que isso acontecesse pois coleo so impediria que a curva almentasse rapidamente. na faze do estirão.
durant a faculaded fisioterapia...meus professores me desaconselharam a cirurgia..pos se perde muita flexibildade...não vou mentir...sinto dor...a imagem do espelho me incomoda um pouco..mas to levando gente..hoje tenho 25 anos...to feliz, sou fisioterapeuta RPGista, dou aulas de pilates, que alivia muito minhas dores e melhorou minha postura! evito ropa qe espoham muto m problema....e vamu qu vamu... tenho ede de parto...penso se em uma cesaria a anestesia da certo...rsrsr mas são coisas que a gente tem que aprender a lidar né???

o Meu conselho pra vc meninas!! Se o Colete for receitado...usemmm direitinho!!vale a pena enfrentar isso, façam R.P.G pro resto da vida é a melhor maneira de controlar a dor a postura!!!

bjo a todas Fiquem com Deus

carolina disse...

Olha só vc é fisioterapeuta??
Onde dá aulas de Pilates?? to precisando tanto fazer!!

Bjus Carol

Anônimo disse...

oi carol, dou aula em uma cidade munuscula do interior de sp que é onde eu moro! onde vc mora posso ver e indicar uns lugares ra vc! bjos

carolina disse...

Oii! estou em SP na Vila Olímpia, e na verdade encontrei alguns lugares, mas to achando meio caro..., O que vc me indica??
Ah, se quiser meu e-mail é cconestabile arroba gmail ponto com ponto br.

Bjus e muito obrigada viu??

Anônimo disse...

Há vários tipos de escoliose, na maioria dos casos relatados são do Tipo idiopatica, que ocorre na adolescência principalmente em meninas; esse tipo de escoliose tem uma progressão rápida na fase do estirão, até 2 anos após a 1 menstruação, que é a fase mais crítica. Geralmente é solicitado o Rx panoramico para escoliose onde é possível ver toda a coluna e é feito esse mesmo Rx com inclinações, assim é possível ver se a curva é flexível (verificar o quanto melhora quando inclina a coluna), em curvas com menos de 45 graus pode ser tentado o uso do colete até os 14 - 15 anos, depois dessa idade não ajuda em nada, já que a fase de crescimento passou e a progressão é pequena. Em SP a melhor equipe para o tratamento da escoliose é o da AACD, que o Dr. Ladim é o chefe, mas são formados por mais 4 médicos excelentes, a experiencia deles com escoliose é enorme, vem pacientes de todos os estados. Espero ter ajudado em algo.
Abçs

Paloma disse...

Carol querida! Obrigada, por estar ajudando as meninas que aparecem...

Caro Anônimo,

Por sua forma de escrever, entendo que é algum especialista no assunto, e quem sabe algum médico. Escreva mais, porque eu não sei o que fazer com os inúmeros e-mails que recebo. Qualquer escrito é sempre uma ajuda.
Muito obrigada,
Paloma

carolina disse...

Oii tudo bem Paloma??

É um prazer poder conversar com elas e trocar experiências..

Bjus!!

allana disse...

nossa que historia linda *-*, queria conversa com vc, tirar algumas duvidas, sua historia é linda mesmo, é de arrepiar a força e coragem que você teve, eu tenho 15 anos e 30º graus de escoliose, tenho medo da cirurgia mais se fro o melhor pra mim, vou tomar coragem e fazer, amei seu blog beijos

Paloma disse...

Allana,
Obrigada! Sim tenha coragem, acho que as piores coisas fazem a gente "ser gente". Me escreva quando quiser... Beijos

Anônimo disse...

Olá meninas!!

Tbm faço parte do time de vcs... Descobri que tinha escoliose com 9,10 anos mais ou menos... Um professor de educação física amigo de meus pais que descobriram...
Fiz fisioterapia,usei gesso por 8 mêses, colocando-o nessa cama de tração e depois usei o colete por 2 anos. Usei direitinho, só tirava 1 hora por dia, para tomar banho...
A minha curva qdo terminei o tratamento com o colete, pois havia parado de crescer ficou em 38 graus...se passasse eu teria que operar...
Hj tenho 40 anos, tenho uma vida normal, fui agora a um ortopedista para saber como está minha coluna, vou tirar um rx essa semana...
Passei por esses vários medos,meus pais foram de total ajuda, me apoiaram sempre,me levavam ao médico,etc...
É lógico que tbm fico com vergonha de ir a praia, colocar biquine...Mas ninguém percebe que tenho escoliose, só seu eu falar...Mas me incomoda...Mas nada que me atrapalhe de nada...Tenho um vida completamente normal...
Estou aqui para dizer que não tenham vergonha de usar o colete, se tiver que operar operem, a cirurgia hoje em dia é bem mais tranquila...Esse problema é sério, se não tratado piora e as consequências virão no futuro...
Quaisquer informações que queiram, me escrevam...smrchaves@yahoo.com.br

Grande abraço a todas e não desistam de fazer tratamento algum por vergonha, por medo, tenham coragem!!

Bjs.

nieta disse...

Olá Paloma. De tudo o que eu li o seu foi mais explicativo.
Descobri há dois meses que minha filha de 12 para 13 anos tem escoliose idiopática. Já sofremos muito, pois a indicação é cirúrgica. Estou procurando mais informações a respeito da cirurgia e dos médicos para me cercar de cuidados. Ainda não acredito que aconteceu, pois tenho muito medo da cirurgia, do pós operatório e de como ela ficará depois.
Moro em Uberlândia, já consultei alguns médicos aqui, mas gostaria de consultar outros médicos fora daqui, como são Paulo, Ribeirão Preto e Belo Horizonte, se puder me ajudar agradeço muito.

Abraços. Cássia

Larissa disse...

Olá Nieta...

Aqui em São Paulo eu te recomendo esses médicos:

Dr. Rene Kusabara
http://www.renekusabaradr.com.br/

Dr. Elcio Landim
(11) 55321797 (11) 50938442

Dr. Fernando Machado Pedrosa
(11) 37473227

Paloma disse...

Cássia,

Realmente não conheço outros médicos... Só o Dr. Elcio Landim - foi quem me operou, sei que ele até hoje é considerado um dos grandes especialistas em escoliose, chefiando as equipes do AACD e Hospital Oswaldo Cruz em São Paulo.

Quanto a qualquer dúvida ou insegurança pode me escrever... Mas lembre-se faz MUITO tempo que fui operada, hoje tudo parece ser mais moderno e menos traumatizante.

Fica bem que dará tudo certo.

Beijo

paloma@palomaperez.com

carolina disse...

Oi Nieta,td bem?

Meu nome é Carolina, fui operada em Ribeirão Preto com o Dr. Helton Delfino, e me trato em São Paulo com o Dr. Roberto Basile. Ambos são excepcionais.

Me manda email que te passo os contatos e falamos mais. Tudo dará certo viu?

meu e-mail cconestabile @ gmail.com.

Bjus

alessandra disse...

Oi Paloma! Que triste mas ao mesmo tempo feliz historia porque deu tudo certo ... como é difícil viver com escoliose. Tenho a mesma idade q vc e tenho escoliose mas optei por não operar quando descobri ... hoje faço RPG pra superar as dores!Boa sorte!!

Larissa disse...

Olá Alessandra,

Por que vc optou por nao operar?
Quantos graus você tem?

alessandra disse...

Oi Larissa, na época tive muito medo pois eu gostava de dançar etc ... eu tenho 47 na lombar e 35 na torácica ... é bastante sim ... mas faço muito alongamento e RPG ...eu tenho medo até de arrancar dente ... imagina cortar as costas inteira e colocar pinos! é só pra gente de coragem!! Vc operou?
que Deus ajude a todas !!

Elayne Christine disse...

Olá.
Seu relato é muito parecido com o meu. Tenho 37 anos, fui operada pelo Dr. Landim na Sta Casa de São Paulo aos 12 anos. Qd li lembrei de um longo caminho ... coletes, medos e a cirurgia. Ano passado tive meu primeiro filho, nasceu de 7 meses, pois tive pré-eclâmpsia, a anestesia teve que ser geral, eu e meu filhote quase morremos no parto. Após quase 40 dias de UTI neo meu filhote foi para casa. Está com quase 1 ano e 2 meses, uma fofura, saudável e lindo!Se vc tem ainda algum contato com Dr. Landim, diga que serei eternamente grata por todo o carinho e dedicação. Bjão grande.

Larissa disse...

Elayne Christine,

Não tenho contato com o Dr. Landim.
Tentei marcar consulta, mas como ele só atende particular, acabei desistindo.

Abraços.

Larissa

Ana Carolina disse...

Ola meninas, entrei nesse blog pela primeira vez em 2008, quando eu descubri qe teria que passar por essa cirurgia. Na época eu tinha 13 anos e morria de medo de como ficaria depois, a cicatriz, os meus movimentos.. Mas ao mesmo tempo fiquei muito feliz por me livrar do colete qe me acompanhava a quase 5 anos, e também mais animada após ler a sua historia Paloma. Hoje já estou recuperada, e faz quase 2 anos qe fiz a cirurgia, mas voltei aqui para mostrar essa historia para minha prima qe também tera qe fazer a cirurgia. Ela leu toda sua e assim como eu ficou mais tranquila após ler seu relato. Uma grande preoupação era a questão de ter filho, mas já vimos qe voce não teve nenhuma dificuldade em relação a isso. Parabéns por dividir sua história com as pessoas qe tem qe passar pela mesma esperiencia qe voce! Felicidades
Beijos

Larissa disse...

Pessoal,

Alguem que tem escoliose, além da Paloma, tambem já teve filhos?

Larissa

Marília Lopes disse...

Oi Paloma!!
Quero agradecer pelo relato da sua história.Juro, estou emocionada com ela e com todas as outras que vieram nestes comentários.
Descobrimos que minha filha tinha escoliose quando ela tinha 12 anos.Ela usou colete por um ano e meio.Só tirava pra tomar banho...sinto muito orgulho dela!!!Pois mesmo com todo sofrimento fisíco, emocional, das piadinhas ela seguiu firme.
Voce deu sorte em encontrá-lo logo no início!!!No nosso caso, foi diferente, passamos por muitos médicos...alguns não sabiam nem o que me falar...outros que não era a especialidade deles.E quando estavámos chegando ao desespero, nos indicaram o Dr Landim.Foi uma luta pra achar o consultório dele, pois já não estava mais na Santa Casa!!Agora ele atende no Hospital Osvaldo Cruz Alemão, em São Paulo.
Hoje ela foi a uma consulta de rotina com o Dr Élcio Landim e ele nos deu a notícia que ela precisa operar.
Estamos todos sem chão!!
Marina acabou de entrar na faculdade de veterinária, de se mudar.Estava feliz da vida e vem esta bomba!!
Mas como disse a ela, o mais importante nós já temos, que é um profissional extremamente competente e habilidoso.Mas o medo do desconhecido impera por aqui.
Obrigada!!
Beijoo

carolina disse...

OI Marina, é a Carol.

Li seu post e consigo entender o sofrimento de voces. No que precisar estou a disposição. Se voces estão em SP posso indicar mais um médico que me acompanha desde os 15 e também é um mestre em coluna.

Me coloco a disposição no que puder ajudar.

Bjus

Carol

Kika Simoes disse...

Paloma,

Fiquei muito emocionada com sua história, pois é igual a minha, até o médico foi o mesmo. Hoje tenho 39 anos e fico muito feliz em poder acompanhar as novas tecnicas para cirurgia de escolioso.
Obrigada por compartilhar.

Alexandra Amorim disse...

ola :)
a sua história é de uma guerreira sem dúvida...
eu também tenho escoliose e serei operada dia 5 de Janeiro, confesso que tenho um pouquinho de medo e uma grande esperança que fique tudo bem!
Graças a Deus a tecnologia e a medicina no que diz respeito á cirurgia da Escoliose melhorou bastante, o que me dá também mais confiança...

carolina disse...

Alexandra, boa sorte!! Tenho certeza que dará tudo certo!!

Depois conta como foi.

Torcendo por vc!

Bjus

Carol

Larissa disse...

Oi Alexandra...
Boa sorte na operação.
Você vai fazer aonde e com qual médico?

Bjos..

wilsa disse...

Olá, meu nome é Wilsa, tenho 47 anos, tive poliomielite aos 06 meses de vida, uso um aparelho tutor longo, até hoje, e foi pela marcha incorreta, que tive escoliose.
Eu também fui operada pelo Dr. Elsio Landin em 1979, aos 16 anos de idade.

E minha história é semelhante a sua.
Minha cirurgia, como você falou, na época foi revolucionária, foi filmada para ser exibida para os alunos da faculdade de medicina.
A mesma aste enorme foi colocada em mim, e retirado os mesmos ossinhos do quadril.
Uma semana de UTI.
Um mês de internação hospitalar, dentro do cochinho de gesso, sem me mexer; o dreno na coluna, sonda na ureta, soro, sangue por cateter, inúmeras injeções. Um ano de gesso, trocados de três em três meses.
A mesma cama parecida com instrumento de tortura, onde era engessada.
Depois de uns quatro anos minha aste também rompeu, foi um susto quando vi na radiografia, fomos correndo para o Guarujá, e ai fiquei sabendo que ela também tinha ficado obsoleta, podia tirar ou não, pois já havia cumprido a função de dar sustento a coluna até que aqueles "ossinhos" retirados do quadril formassem uma base de sustentação para a coluna. Também a deixei onde está, e não retirei até hoje.
Casei com 34 anos,após 2 anos quisemos ter uma filha.
Procurei um ginecologista, contei todo meu histórico, e ele mandou me radiografar dos "pés a cabeça".
Constatou que meu quadril, por seqüela da pólio não daria passagem a um parto normal, teria que fazer cesariana, e para isso teria que fazer a tal anestesia na coluna, mas onde enfiar a tal agulha????, tudo tordo, cheio de platina!!!!
Mandou-me pra um ortopedista, para analisar em que vértebra poderia fazer a tal anestesia.
Localizadas duas vértebras livres e aptas para tal, levei no terceiro médico, desta vez um anestesista para dar o ciente. Tudo isso antes de ficar grávida.
Tudo nos conforme, engravidei depois de vários rebates falsos. Fiz regime para não engordar muito. Só aumentei seis kilos durante a gestação, pois assim não forçaria os ossos da minha coluna e perna com seqüela da pólio.
Fiquei linda, mas mesmo assim tive medos, pois ainda tinha gente que dizia que meu bebê nasceria com deformidade.
No dia 02 de outubro de 2000, fui pra maternidade. Na sala de parto, uma equipe médica me aguardava, dois anestesistas, uma pediatra, e meu médico ginecologista tentando disfarçar o nervosismo cantando uma musica do Roberto Carlos, na primeira tentativa, foi complicado, mas dai eu sentei na maca com as pernas abertas como em um cavalo e arquei o máximo que podia para facilitar a aplicação, deu certinho, recebi um elogio dos médicos pela minha iniciativa e percebi o alívio do meu médico, que agora sabia que podia fazer o seu trabalho com tranqüilidade.
Vi minha filha nascer pelo espelho acima da mesa de cirurgia, o médico antes de me por pra dormir disse o que eu mais precisava ouvir: Ela é perfeita.
Não é por ser mãe coruja não, mas minha filha, hoje com 10 anos, é linda, perfeita, saudável, uma benção tão grande quanto o meu casamento e minha família.
Minha filha esses dias perguntou:
Mãe, porque entre os seus irmãos só você teve poliomielite?
Eu respondi, porque Deus sabia que eu poderia passar por tudo isso e ser feliz.Graças a Deus.

Wilsa

carolina disse...

Nossa Wilsa, que historia emocionante cheia de perseverança e vida. Parabens pela sua força e coragem.

Bjus

Carol

LUCIANA disse...

OLÁ PALOMA,ESTOU AQUI P DIZER, Q TENHO 25 ANOS DE OPERADA, E MINHA CIRURGIA É IDENTICA A SUA, MINHA HSTES É DE AÇO.HOJE ESTOU BEM, E TENHO UM CASAL DE FILHOS.MEU 1º PARTO FOI DE ANESTESIA GERAL, JÁ O 2º CONSEGUIRAM APLICAR A RACK EM MIM. BEIJUS E TUDO D BOM.

Anônimo disse...

Eu descobri que tinha escoliose com 18 anos de idade e ja era irreversível, não tinha mais jeito na medicina. Eu fiquei em desespero, sabia que a evolução da escoliose me deixaria inválido, sentia muitas dores todos os dias, não estava mais aguentando ficar de pé. Foi então que tomei uma decisão, não foi cirurgia, foi uma promessa que fiz para Jesus Cristo, o unico santo que eu realmente acredito. Pedi a Ele que eu não sentisse dor no dia do meu aniversário em 2004. Hoje tenho 25 anos, nunca mais senti dor, minha escoliose melhorou muito, antes eu era corcunda, hj eu estou ereto, minha escoliose é quase imperceptível. Mas foi uma caminho doloroso tbm, fiquei um tempão como se meu corpo estivesse injessado, eu não andava direito, meus pais ñ sabiam o que eu tinha, mas eu sabia o que era, sabia que era a minha cura vindo de Deus. Eu tentava explicar, mas eles só acreditaram quando perceberam minha Pá direita baixar, minha corcunda desaparecer "sozinha". Fui levado a vários médicos, e nenhum sabia explicar o fato de eu está com a coluna quase imóvel. Escondi minha escoliose de todos, até hj as pessoas nem sonham que eu tive escoliose. Ainda uso uma especie de aparelho em mim, é invisível, mas não incomoda, e sei que está aki para o meu próprio bem.
Como disse, hj tenho 25 anos, sou programador, tenho minha empresa de software, me formei em Teologia, e curso universidade de Informática, tenho uma vida normal, se me vissem andando pela rua, não imaginariam que tenho escoliose.
E hj eu estou pensando em entrar na aula de valsa com minha namorada.

Não tenho religião, não sou evangélico, nem católico, nem nada.
Quando li este blog, chorei de emoção e alegria por tudo isso que Jesus fez por mim.

j-honnata@hotmail.com

Celia disse...

Ola Paloma.
Lendo sua narrativa eu revivi esse mesmo caminho pelo qual tb passei.
Incrível, quem me operou foi Dr. Carvalho Pinto na Santa Casa de SP, Dr Landim fazia parte da equipe, isso ha 35 anos, gesso, gravidez, partos com anestesia geral, haste quebrada, tudo igual, inclusive as dores e os riscos que corremos.
Eu morava no interior de SP, fiquei sozinha internada no Pavilhao Fernandinho da Sta Casa, passou um filme pela minha cabeça amiga.
Hj ainda faço retorno anual com Dr. Landim, os reflexos desse problema hj estao aparecendo devido a idade, um dia ja sabia que teria problemas, mas vamos resolvendo.
Fiquei feliz em poder ler detalhadamento o caminho pelo qual passamos e me identifiquei com vc.
Parabens pela narrativa e vamos em frente.
Esse blog mostrou pelos comentarios que nao é tao rara a nossa trajetoria.
Celia

Priscila disse...

Boa Tarde meninas eu tb passei por isso, meu problema foi detectado quando eu tinha apenas 9 anos, comecei com fisioterapia, natação e o uso do colete mas não adiantou e meu grau começou a aumentar mais e mais e aos 12 anos o meu grau já estava 85º e o meu médico disse q já estva em um estágio grávissimo que eu teria q operar urgente. Meu mundo desabou e eu só chorava mais tive q enfretar foram 2 cirurgias e 21 dias internadas e hoje tenho 26 anos e não sinto nenhuma dor e continuo fazendo natação e algumas coisas não podemos fazer pegar peso nem atividades de grande impacto. Quero desejar tudo de bom para todas e vcs, força é duro mais confie em Deus q dará tudo certo.
Meu orkut é: priscilabarreto15@gmail.com

Amanda Coêlho disse...

Paloma, que história LINDA!Uma história pra lá de emocionante! Fiquei muito impressionada e tocada com a sua história. Realmente nós podemos perceber os avanços da medicina! Deve ter sido horrível ficar com gesso por 1 ano! Fico feliz de que hoje vc n sinta nada e viva normalmente, como todos que tem escoliose devem viver. Tbm tenho escoliose, mas são aproximadamente 32 graus, dos quais uso colete.

AMEI sua história, beijos,
Amanda (http://colete-escoliose.blogspot.com/)

Tatuderado disse...

Hoje tenho 37anos. Fiz uma cirurgia aos 14anos, coloquei duas hastes metálicas. Uma na coluna e outra na curvatura da coluna que fica embaixo do omoplata. naquela época fiquei 4meses para colocar o gesso e 10meses para voltar a ficar em pé. Continuo com a deformidade mas, com sorte, ela não avançou. Hoje ando de moto, já pratiquei escalada, musculação, várias atividades....mas queria saber na verdade se este problema me permite inscrição em concurso público para deficiente físico. Fala-se muito em PNE, mas não creio ser portador de necesisdades especiais. Tenho sim uma deficiencia, uma deformidade. Forte abraço e fico feliz por estar com um companheiro que te ame independentemente da sua escoliose.

sté disse...

Oi paloma *-*
me emociionei com sua historia, pra mim falar da escoliose ao mesmo tempo é facil é dificil mais me doi muito sabe me indentifico cada vez mais com todas nós que temos, realmente só quem te pra saber a dor que passamos,emocionamente falo. Tem horas que fico na depre me peeergunto porque eu ? sabe mas tnb ñ desejaria isso pra ninguem ... mas realmente é muito ruin .. Monico eu tenho 20 ou 25°grau e mesmo ñ sendo mt grande me encomoda mt , mt gente ñ percebe .. mas mesmo assim queria fazer cirurgia, .. depois de vc ficar recuperada de tudo o que acontece ;? voce ñ pode mas abaixa , eu amo dança sabe faço aulas de danças funck e axé e tem que abaixa neste tipo de musica eu ñ poderia mais .. ? beeeeeijo

Anônimo disse...

boa tarde.. descobri que tinha escoliose aos 18 anos..embora que sempre me queixasse descobriram um bocado tarde.. tenho 27ºgraus.. hoje tenho 21 e estou gravida, havera algum problema em levar epidural durante o parto? estou de 5meses ate a gravidez nunca bebi leite agora tomo leite e suplementos de leite.. mas custa me muito andar..alias a causa de ter descoberto a minha escoliose foi nas aulas de ginastica porque a minha perna esquerda paralisava.. Obrigado pela vossa atençao..

Anônimo disse...

oi também fiz uma cirurgia na coluna alem da escoliose tinha também cifose, porem a cirurgia foi bem mais rápida que a sua pois nos dias de hoje tudo esta mais fácil. Faz 9 meses que estou operada minha recuperação foi um milagre coloquei 26 pinos e uma haste e com apenas 2 meses de cirurgia engravidei agora estou de 7 meses de gestação e estou bastante preocupada com o parto já que é tudo tão recente. Sempre digo que Deus me escolheu para ser a grande abençoada, sou o verdadeiro milagre.

carolina conestabile disse...

Me conta como está sendo a sua gravidez? Vc pretende fazer parto normal?
morro de medo tambem. Bjus e Força ai!

Anônimo disse...

Fiz esta cirurgia há 39 anos atrás, com 13 anos,passei pelo mesmo processo, e pelo mesmos traumas, tive minha filha 15 anos depois,foi uma gravidez normal, só que como a bolsa rompeu e não tinha dilatação , tive que fazer uma cesariana com anestesia geral, pois a por causa da soldagem das vértebras, não pode ser a peridural, mas de resto foi uma gravidez excelente, não tive nem as dores de coluna que as grávidas normalmente reclamam

carolina conestabile disse...

Bom saber, fico querendo saber sobre anestesia se tem que ser geral mesmo. Vou falar com meu médico. Até porque nao pretendo fazer parto normal.
Obrigada!

Margaret Carrah disse...

Olá,
Fiz minha cirurgia de escoliose no Hospital Sorocabana da Lapa em São Paulo no ano 1975 com Dr. Alacrino Campigotto. Gostaria de saber se alguém tem notícias dele,é um médico excepcional. Deve está bem velhinho, um ser humano brilhante.

Margaret - Fortaleza/Ce

Paloma disse...

Olá Margaret,

Infelizmente não tenho notícia alguma dele. Fiz uma pesquisa rápida no google e nada encontrei.

Um abraço,
Paloma

Anônimo disse...

Muito bacana e corajoso o seu relato, Paloma! Parabéns! Beijo, Luiz M

Anônimo disse...

Olá Paloma,
Estou com 30 anos e aos 17 fiz a cirurgia para fixação da haste. Hoje sinto muita dor, estou morando no interior de são paulo e preciso de um especialista que possa analisar a possibilidade de retirar a haste.
Será que você pode me ajudar:
livia28infinito@hotmail.com

Anônimo disse...

Paloma,
por favor não envie mensagem nesse e-mail: livia28infinito@hotmail.com pois não tenho mais a senha, tentei entrar agora e nada... se puder responda por aqui mesmo, ou me passa seu e-mail. obrigada.

Anônimo disse...

Olá gente eu Loana,também tenho escoliose e estou a procura de um médico para fazer a cirurgia, eu sou de Campo Grande-ms..
eu vi que a Mônica disse sobre um médico de ribeirão preto, por favor você poderia me passar o contato??
e claro se alguém tiver outros médicos por favor me mandem o contato...
email loanalop@hotmail.com
obrigada