quinta-feira, 9 de maio de 2013

Tratar as pessoas como objetos sobre as quais projetar as frustrações e desejos é uma injustiça. 
Tem gente que faz.

domingo, 5 de maio de 2013

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz tempo

O tempo. Ano Velho. Ano Novo. Não entendo a virada, a parada, o ar preso, os olhos colados no relógio, a explosão bélica. Não gosto de fins de anos. Talvez porque adoro tintas, pincéis, telas, cores. Não  gosto de tempo fincado no calendário. Tempo é tempo, e tempo é solto. Tempo vai e volta numa piscada de tempo. Tempo não termina. Tempo flui. Tempo não vai embora. Por isso não recebo o tempo como novo. Como o tempo pode ser novo ou velho quando ele é eterno? Tempo é pintado, criado, cuidado. Tempo é tempo que se apressa ou dá um tempo. Tempo não vira em viradas marcadas, pregadas em calendários. As viradas do tempo dependem de nós, das nossas lembranças, da tinta e pincel da nossa tela. Para uma pintora o tempo é "conhecível", sabido e respeitado em sua fugaz eternidade... Feliz Tempo, amigos!

domingo, 15 de julho de 2012

"preciso me encontrar", 2012 - Paloma Perez - óleo s/tela, 2,00 x 0,80cm

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Urban Arts

Cozinha Confidencial, 2011, acrílica s/tela, 180 X 110 cm


Este trabalho está na Urban Arts, só chegar. 


Rua Oscar Freire, 156, Jardins, São Paulo, SP. Tel: (11) 3081 6134.

sábado, 17 de setembro de 2011

Rocinha - Paisagens transitórias

série paisagens transitórias (rocinha) amazônia e rio, ©paloma perez

?

Se angustia matasse... 5:00 da manhã ela me acorda sem dó, não rolou nem aquele vira prá lá, vira prá cá. Sabádo aqui estou, enquanto o mundo relaxa, descansa e se diverte, bom quase tudo mundo.

A questão é, preciso apresentar 2 projetos. O que escrever? Que nome dar? Onde encontrar coerência?

Vou soltar algumas das palavras que envolvem meu trabalho e meu ser, não consigo distinguir uma coisa da outra, torcendo para que magicamente elas se encontrem.

memória
entorno
ansiedade
tempo
mistério
paciência
detalhe e detalhes
repetição
padrões
tecido
questões
cotidiano
paralelo
acúmulos
abrangência
morte
beleza
agressão
ambivalência
traumas
passado
sexo
paralelo
complexidade
camadas 
simbólicas
solidão
reduzidas
desejos
reprimidos
informação
leitura
lamentação
amor
meio
corpo
cicatrizes
medo
abandono
psicanálise
arte
exploração
campo
íntimo
vida
visceral
quarto
diariamente

mesmo para aqueles que nada conhecem da mulher que pinta.