domingo, 15 de julho de 2012

"preciso me encontrar", 2012 - Paloma Perez - óleo s/tela, 2,00 x 0,80cm

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Urban Arts

Cozinha Confidencial, 2011, acrílica s/tela, 180 X 110 cm


Este trabalho está na Urban Arts, só chegar. 


Rua Oscar Freire, 156, Jardins, São Paulo, SP. Tel: (11) 3081 6134.

sábado, 17 de setembro de 2011

Rocinha - Paisagens transitórias

série paisagens transitórias (rocinha) amazônia e rio, ©paloma perez

?

Se angustia matasse... 5:00 da manhã ela me acorda sem dó, não rolou nem aquele vira prá lá, vira prá cá. Sabádo aqui estou, enquanto o mundo relaxa, descansa e se diverte, bom quase tudo mundo.

A questão é, preciso apresentar 2 projetos. O que escrever? Que nome dar? Onde encontrar coerência?

Vou soltar algumas das palavras que envolvem meu trabalho e meu ser, não consigo distinguir uma coisa da outra, torcendo para que magicamente elas se encontrem.

memória
entorno
ansiedade
tempo
mistério
paciência
detalhe e detalhes
repetição
padrões
tecido
questões
cotidiano
paralelo
acúmulos
abrangência
morte
beleza
agressão
ambivalência
traumas
passado
sexo
paralelo
complexidade
camadas 
simbólicas
solidão
reduzidas
desejos
reprimidos
informação
leitura
lamentação
amor
meio
corpo
cicatrizes
medo
abandono
psicanálise
arte
exploração
campo
íntimo
vida
visceral
quarto
diariamente

mesmo para aqueles que nada conhecem da mulher que pinta.







sexta-feira, 16 de setembro de 2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

um vestido


Hoje, ando com uma sensação estranha de ter saudade de onde nunca estive. Buscando algo que me ajude a viver, te parece drástico? Assim sou muitas vezes. Posto aqui um pouco de mim, ela faz parte. Vivemos coisas parecidas. Porque minha coluna também é quebrada?
Uma de minhas partes mais frágeis. Queria beber o mar... E ainda assim não caberia no que tenho dentro.



tempo

"Olha à direita e à esquerda do tempo, e que o teu coração aprenda a estar tranquilo." (Federico García Lorca)
 imagem Egon Schiele

domingo, 4 de setembro de 2011

Eu fui Vermeer

Preciso confessar que meu lado negro, fica completamente excitado com as aventuras aqui vividas... Ainda não terminei o livro de Frank Wynne, Eu Fui Vermeer, sobre o falsário Han van Meegeren. O livro, misto de jornalismo literário investigativo e biografia, analisa a questão da falsificação, atribuição e validade na arte, através da história do falsário holandês que se fez passar por Veermer. Além de ser muito bem escrito, com aquela "levada" que nos faz virar cada página querendo uma pouquinho mais de leitura pela madrugada, o livro me fez pensar outras e mais outras questões a respeito da arte, tais como: apropriação e plágio / conceituação crítica e mecenato / crítica e panelinha. Não quero acabar.

Lucian Freud




Neste vídeo, produzido pelo The Guardian, o crítico de arte Adrian Searle faz uma análise da pintura " Standing by the Rags" de Lucian Freud (1922-2011); e pondera porque este artista é considerado um dos mais brilhantes da nossa geração.
"O que me mata é o cotidiano. Eu queria só exceções."
clarice lispector

o dia

Sem sono! Já tomei litros de café, ansiedade é uma M. Quem precisa acordar as 4 da manhã em pleno domingo? Já imagino o dia que me espera. Vou pintar.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

paintings



paloma perez 2011, sem título, acrílica, posca e resina sobre tela, 150 x 100 cm

domingo, 7 de agosto de 2011

Domingão

Aqui na terrinha precisei perder o velho hábito de ler jornal (em papel). Gostava do gordo, assim chamava a edição do domingo. 

Hoje foi diferente, apesar de ter tirado o dia para trabalhar. Levantei antes das 7. 


Uol, e-mail, face e naquela coisa, de que uma leva a outra, caí no "Produção Cultural no Brasil" , foi uma delícia, assisti várias entrevistas, li textos e fiz meu dia. 

O conteúdo é impecável!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Sabedoria Inglesa


O café de Karen

"O café, de acordo com as mulheres dinamarquesas, é para o corpo o que a Palavra de Deus é para a alma."  (Karen Blixen - Isak Dinensen)

Quando assisti Festa de Babette em meados de 1987, ainda uma mocinha, fiquei encantada. Conheci Karen Blixen, seus contos e livros. 

Karen Blixen nasceu em Rungsted, Dinamarca, em 1885. Frequentou academias de arte em Copenhague, Paris e Roma. Casou-se em 1914 com o barão Bror von Blixen-Finecke, indo viver numa fazenda de café no Quênia. Após divorciar-se, em 1921, continuou administrando sozinha a propriedade até que seguidos prejuízos e a quebra do mercado de café forçaram sua volta para a Dinamarca em 1931. A experiência na África rendeu-lhe uma falência, mas também material para dois de seus principais livros: A fazenda africana (Out of Africa, 1937) e Sombras na relva (Shadows on the Grass, 1960).
         Ainda que escrevesse regularmente para jornais, só em 1934 publica o seu primeiro livro, Sete narrativas góticas (Seven Gothic Tales), sob o pseudônimo — que usaria em boa parte de seus livros — de Isak Dinesen ("Isak" significa "aquele que ri", em hebraico). O estilo refinado da autora e suas histórias fantásticas rapidamente alcançam sucesso.
         Em 1942 publica Contos de inverno (Winter's Tales), com memórias de sua infância e lendas dinamarquesas. Seu livro seguinte, As vingadoras angélicas (The Angelic Avengers, 1944), escrito durante a ocupação nazista, foi o único publicado sob o pseudônimo de Pierre Andrézel.
         A baronesa Karen Blixen escreveu ainda Fotografias antigas (Daguerreotypes, 1951), Últimos contos (Last Tales, 1957), Anedotas do destino (Anedoctes of Destiny, 1958), que inclui o famoso conto "A festa de Babette" (também publicado em livro, Babette's Feast) e Ehrengard (Ehrengard, 1963). Morreu em Rungstedlund, sua propriedade em Rungsted, no ano de 1962.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Going gray

Sem rebeldia, sem desleixo, apenas sendo... Aqui as musas da nova jornada. Ah sim, continuarei com a cabeleira. Chega de tinta, já bastam as do trabalho.

Cabelo branco não é enfeite: é título. Comprova uma existência que se realiza.

Precisarei de coragem, do resto acho que dou conta, os brancos já são muitos... Inté.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

40 anos - dia 12/07/2011

O acontecimento passado foi maior. Com ele quase passei batido pela vida. 

Mas, fiz festa, daquelas pequeninhas e só pra gente que importa muito. Ganhei ela (a Betty Boop), achei divertido, simbólico...

Filhote quase junto, vira gente grande, fez 18 anos. De presente ganhei sua presença, que anda parecendo distante demais. E foi bom demais. 
 
Ganhei beijos, muitos, e mais que 40. 

Ganhei um passo novo na vida, e "sabo" do seu peso. Sinto e entendo o novo caminhar. De presente, me dei o grande direito de não pintar mais meus cabelos - logo escrevo -. Feliz 40!

A morte

Depois de muito sentir, o perder pessoa querida, vou juntando os pedacinhos...

Adorei essa:

"as pessoas que amamos não morrem, só ficam invisíveis" (Ricardo Cattassini)