Mostrando postagens com marcador Arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arte. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Urban Arts

Cozinha Confidencial, 2011, acrílica s/tela, 180 X 110 cm


Este trabalho está na Urban Arts, só chegar. 


Rua Oscar Freire, 156, Jardins, São Paulo, SP. Tel: (11) 3081 6134.

sábado, 17 de setembro de 2011

Rocinha - Paisagens transitórias

série paisagens transitórias (rocinha) amazônia e rio, ©paloma perez

?

Se angustia matasse... 5:00 da manhã ela me acorda sem dó, não rolou nem aquele vira prá lá, vira prá cá. Sabádo aqui estou, enquanto o mundo relaxa, descansa e se diverte, bom quase tudo mundo.

A questão é, preciso apresentar 2 projetos. O que escrever? Que nome dar? Onde encontrar coerência?

Vou soltar algumas das palavras que envolvem meu trabalho e meu ser, não consigo distinguir uma coisa da outra, torcendo para que magicamente elas se encontrem.

memória
entorno
ansiedade
tempo
mistério
paciência
detalhe e detalhes
repetição
padrões
tecido
questões
cotidiano
paralelo
acúmulos
abrangência
morte
beleza
agressão
ambivalência
traumas
passado
sexo
paralelo
complexidade
camadas 
simbólicas
solidão
reduzidas
desejos
reprimidos
informação
leitura
lamentação
amor
meio
corpo
cicatrizes
medo
abandono
psicanálise
arte
exploração
campo
íntimo
vida
visceral
quarto
diariamente

mesmo para aqueles que nada conhecem da mulher que pinta.







quarta-feira, 14 de setembro de 2011

um vestido


Hoje, ando com uma sensação estranha de ter saudade de onde nunca estive. Buscando algo que me ajude a viver, te parece drástico? Assim sou muitas vezes. Posto aqui um pouco de mim, ela faz parte. Vivemos coisas parecidas. Porque minha coluna também é quebrada?
Uma de minhas partes mais frágeis. Queria beber o mar... E ainda assim não caberia no que tenho dentro.



tempo

"Olha à direita e à esquerda do tempo, e que o teu coração aprenda a estar tranquilo." (Federico García Lorca)
 imagem Egon Schiele

domingo, 4 de setembro de 2011

Eu fui Vermeer

Preciso confessar que meu lado negro, fica completamente excitado com as aventuras aqui vividas... Ainda não terminei o livro de Frank Wynne, Eu Fui Vermeer, sobre o falsário Han van Meegeren. O livro, misto de jornalismo literário investigativo e biografia, analisa a questão da falsificação, atribuição e validade na arte, através da história do falsário holandês que se fez passar por Veermer. Além de ser muito bem escrito, com aquela "levada" que nos faz virar cada página querendo uma pouquinho mais de leitura pela madrugada, o livro me fez pensar outras e mais outras questões a respeito da arte, tais como: apropriação e plágio / conceituação crítica e mecenato / crítica e panelinha. Não quero acabar.

Lucian Freud




Neste vídeo, produzido pelo The Guardian, o crítico de arte Adrian Searle faz uma análise da pintura " Standing by the Rags" de Lucian Freud (1922-2011); e pondera porque este artista é considerado um dos mais brilhantes da nossa geração.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

paintings



paloma perez 2011, sem título, acrílica, posca e resina sobre tela, 150 x 100 cm

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Siegbert Franklin 1957-2011

Nosso amigo foi embora... Dia 23 de julho as 19:00

♥ meu amigo, companheiro, professor e mestre, descanse em paz.

domingo, 12 de junho de 2011

um silêncio

imagem e trabalho paloma perez

A música. Não sei viver sem. Escolho agora alguns dos meus cds favoritos para ouvir no ateliê, Chico, Caetano, Tom Jobim, ou, ainda em duvida, Beethoven e Bach. Acabei escolhendo Beethoven - O concerto de piano número 3 com Arturo Benedetti Michelangeli. Eu sei, podem falar, nem 40 anos e com um gosto um tanto antigo. Muitas vezes preciso de um silêncio quase oculto para poder pintar. O barulho ruim incomoda demais.

Trabalhando aqui, no que ainda não sei... Aliás sei bem.  Ou não?
A nova tela acolheu-me muito bem, creio que a conheci nos ultimos anos, veio se mostrando quase sem querer, sorrindo quase sem saber por quê.
Pintura tem disso, antes de comecar já sabemos dela, sabemos o que queremos imaginar, ao mesmo tempo, ela, vai criando seu tempo, sua mutação e sua transformação. Vou pintando e ouvindo.

PS: Nada disso está pronto, somente começado.

domingo, 5 de junho de 2011

Momento Madame Sélavy - feliz é a vida

A vida anda assim de pernas para o ar... Algumas coisas morrendo, outras indefinidas e novas chegando. Acho que sempre é assim, mas quando morre sonho grande, a gente sofre. 
                                ...

Queria estar mais "Duchamp", questionando o tempo pelas idéias e não pelo cotidiano. Não estou.

foto Man Ray 1921 - Marcel Duchamp de Madame Rrose Sélavy .

Para saber, Marcel Duchamp, criou uma personagem  Madame Rrose Sélavy (cujo nome se assemelha à palavra francesa heureuse, "feliz", e o sobrenome à expressão francesa c'est la vie, "é a vida", resultando na frase "feliz é a vida"),

terça-feira, 17 de maio de 2011

sobre cores


Tall Painting from Dave Kaufman on Vimeo.

Trabalho maravilhoso de Rolton Hower, e filme de Dave Kaufman

PINA

Documentário de Wim Wenders celebra a arte de Pina Bausch

"PINA", homenagem em 3D do cineasta à coreógrafa, estréia com sucesso no Festival de Berlim. Morte de Pina Bausch, em 2009, quase fez Wenders desistir do projeto. 

carrinho de supermercado

 Só falta uma almofada bem generosa... projeto de Mike Bouchet
 
 

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Obrigada!



1440 visualizações de páginas em 1 semana.
 158 visitantes únicos em 1 dia, está bom demais!

Obrigada! Recebi "inté" carta para liberar a propaganda... Vamos ver quanto tempo aguento sem me render ao comércio.

imagem/trabalho paloma perez 


domingo, 15 de maio de 2011

street art

Perfeito para o povo mal educado, que ainda teima em parar na frente de portões...

sábado, 14 de maio de 2011

SP ARTE 2011

De R$ 3,5 mil a US$ 2,5 milhões
Como de praxe, a SP-Arte abriu anteontem, à tarde, para ultravips na linha "first choice". Onde é dada a oportunidade para colecionadores e investidores de peso escolherem suas obras antes do público.
Galeristas recebiam com espumante interessados em trabalhos de Beatriz Milhazes ou de Adriana Varejão, por exemplo, duas das mais valorizadas artistas contemporâneas. Uma obra de 2,5 m por 2,5 m da primeira estava cotada em US$ 2,5 milhões na Pinakotheke Cultural, do Rio. Negociável? "Sim, podemos conversar", disparou a vendedora. Adriana estava mais em conta: US$ 600 mil.
Metros dali, uma outra Milhazes, dos anos 80, estava sendo vendida por "apenas" R$ 300 mil no espaço da Ricardo Camargo. No mesmo lugar, uma peça era bem comentada: um torso em terracota de mais de um metro e meio de Victor Brecheret, da década de 40, raramente vista em público. Por R$ 1,1 milhão.
É tudo caro? Depende. É possível encontrar xilogravura de Gilvan Samico por R$ 8 mil ou peças como Uns Trocados, de Rodrigo Torres, por R$ 3,5 mil. Há até arte cibernética à venda. "É um nicho difícil de ser negociado, estou numa intersecção", contou Raquel Kogan, apresentando seu trabalho, que demorou cinco anos para ser finalizado.
E entre os convidados da Bienal, dois chamavam atenção por motivos diferentes: Carlos Jereissati, do shopping Iguatemi, e Costanza Pascolato. Ele porque comprou cinco obras e doou tudo para a Pinacoteca e MAC. Ela porque conhece as paredes daquele prédio como poucos, mas por causa de outro evento: a SPFW. "Não vim aqui para comprar nada. Só para ver. Ao menos, por enquanto", comentou, rindo.
JOÃO LUIZ VIEIRA - Estadão

imagem divulgação

Sim, os valores são altos. Sim, esse mercado existe. Sim, penso coisas boas e ruins.
No mais, adoraria estar participando. (ano que vem me aguardem)